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Declaração Final do Brics destaca papel do Sul Global

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Reunidos no Rio de Janeiro, os países do Brics divulgaram, neste domingo (6), a Declaração Final do Brics, reforçando o papel estratégico do Sul Global diante de crises internacionais. O documento destaca preocupações com tensões geopolíticas, mudanças climáticas e transformações tecnológicas, além de defender maior cooperação econômica e governança inclusiva.

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Segundo a declaração, os membros do grupo “continuam a desempenhar um papel central” na promoção de uma ordem internacional mais justa e sustentável. Além disso, os países reforçam o compromisso com o direito internacional e a diplomacia multilateral.

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Sul Global e conflitos internacionais

Conforme o texto, os 11 membros permanentes do bloco — Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Indonésia — somam 39% da economia mundial. Dessa forma, o grupo busca maior representatividade nas decisões globais.

Ainda segundo a declaração, os países condenam os ataques ao Irã e exigem cessar-fogo imediato em Gaza. Em relação à guerra na Ucrânia, o grupo manifesta apoio a soluções diplomáticas, destacando iniciativas de mediação como a Iniciativa Africana de Paz.

Compromissos com clima e IA

Além dos conflitos, a Declaração Final do Brics aborda temas cruciais como clima e inteligência artificial. Os países reafirmam apoio ao Acordo de Paris e à COP30, que ocorrerá no Brasil. Assim, propõem cooperação para o financiamento climático e valorizam o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, idealizado pelo governo brasileiro.

Por outro lado, quanto à inteligência artificial, o grupo defende uma governança global ética, que mitigue riscos e garanta acesso equitativo à tecnologia, principalmente para os países em desenvolvimento.

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Avanços na governança global

Os países também querem reformar instituições internacionais, como o FMI e a ONU. Para isso, propõem maior voz aos emergentes, inclusive no sistema tributário global. Por fim, o bloco defende o apoio às pequenas empresas e a criação de ambientes mais favoráveis ao comércio internacional.

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