Cconversa entre Trump e Putin marcou o cenário diplomático internacional neste fim de semana. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, conversaram por telefone durante cerca de uma hora e meia no sábado (4). Segundo o Kremlin, os dois líderes discutiram principalmente a guerra na Ucrânia e os desdobramentos que antecedem a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), marcada para ocorrer entre terça-feira (7) e quarta-feira (8), na Turquia.
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A presidência russa informou que o diálogo aconteceu em um clima considerado “profissional e bastante construtivo”. Conforme o assessor presidencial Yuri Ushakov, Trump voltou a manifestar disposição para atuar como mediador na busca por um acordo que encerre o conflito entre Rússia e Ucrânia.
Trump Putin conversa sobre mediação e guerra
De acordo com o Kremlin, Trump reafirmou durante a ligação que pretende contribuir para o fim das hostilidades “o mais rapidamente possível”. A conversa ocorreu poucos dias após Putin enviar uma carta ao presidente norte-americano em homenagem aos 250 anos da independência dos Estados Unidos, celebrados em 4 de julho.
Enquanto isso, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também informou que manteve uma conversa com Trump no sábado. Segundo o líder ucraniano, o diálogo foi positivo e reforçou a possibilidade de avanços diplomáticos.
“Existe uma perspectiva real de pôr fim a esta guerra, e a determinação dos Estados Unidos é decisiva”, afirmou Zelensky ao comentar o contato com o presidente americano.
Não houve divulgação de detalhes sobre eventuais propostas concretas discutidas durante as duas conversas. Ainda assim, o tema da paz permanece no centro das negociações internacionais.
Cúpula da Otan amplia expectativa internacional
A reunião da Otan, prevista para ocorrer em Istambul, desperta grande expectativa entre os países aliados. Isso porque os Estados Unidos vêm cobrando maior participação financeira dos membros da aliança nos investimentos em defesa.
Autoridades americanas defendem uma ampliação da capacidade industrial militar dos países europeus e uma divisão mais equilibrada das responsabilidades dentro da organização.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificou o encontro como “provavelmente uma das mais importantes da história da Otan”. Segundo ele, o momento exige decisões estratégicas diante do cenário internacional provocado pela guerra na Ucrânia.





















































