A derrota da Seleção Brasileira por 2 a 1 para a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, entrou para a história por um motivo negativo. Além da eliminação, o Brasil registrou a menor posse de bola em uma partida de Mundial desde o início da série histórica, em 1966.
De acordo com dados da Opta, a equipe comandada por Carlo Ancelotti terminou o confronto com apenas 34% de posse de bola. O índice representa o menor percentual da Seleção Brasileira em jogos de Copa do Mundo nos últimos 60 anos.
Menor posse de bola marcou atuação brasileira
Durante a partida, a Noruega controlou a maior parte das ações ofensivas e manteve a bola por 66% do tempo. O Brasil encontrou dificuldades para trocar passes, construir jogadas e pressionar o adversário.
Os números refletem o domínio da equipe norueguesa, que conseguiu neutralizar o setor ofensivo brasileiro e administrar a vantagem construída durante o confronto.
Ancelotti explicou desempenho da equipe
Após a partida, o técnico Carlo Ancelotti afirmou que o Brasil teve dificuldades para manter a posse de bola porque precisou enfrentar uma equipe que pressionou a saída de jogo e aproveitou melhor os espaços em campo.
Segundo o treinador, a Seleção não conseguiu controlar o ritmo da partida como havia planejado, fator que contribuiu para o baixo índice de posse registrado no confronto.
Marca negativa acompanha eliminação
Historicamente, o Brasil costuma apresentar elevados índices de posse de bola em Copas do Mundo. Por isso, o recorde negativo chama a atenção e reforça as dificuldades enfrentadas pela equipe diante da Noruega.
A derrota encerrou a participação brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo. Além da eliminação, o jogo ficará marcado pelo recorde da menor posse de bola da Seleção Brasileira desde que esse levantamento começou a ser realizado, em 1966.






















































