O deputado potiguar, General Girão (PL/RN), emitiu uma nota criticando o vazamento do processo, no qual ele foi indiciado por um possível envolvimento em crimes cometidos por supostamente ter incitado seguidores e protestar por intervenção das Forças Armadas após o resultado das eleições de 2022, que deram a vitória ao presidente Lula (PT).
Em relatório apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (18/10), a PF apontou que “fica clara a continuidade da conduta do representado de acusar a existência de fraude no processo eleitoral e a desonestidade do Poder Judiciário e seus membros, de modo a incitar seus seguidores a protestar por intervenções das Forças Armadas”.
O inquérito policial contra General Girão foi aberto pela PF após autorização do ministro do STF Alexandre de Moraes, em 6 de julho de 2023.
A PF analisou diversas publicações do parlamentar nas redes sociais e um vídeo de Girão na porta de acampamento antidemocrático em frente ao 16º Batalhão do Exército, em Natal (RN). Nas ocasiões, o deputado questionou o resultado das urnas e incitou intervenção militar.
Nota
O Deputado General Girão destaca que, pela terceira vez consecutiva, a justiça divulga os andamentos do processo para a imprensa antes mesmo de intimar oficialmente a parte envolvida, como deveria ser feito de acordo com a Lei brasileira.
Além disso, confirma seu depoimento constante no relatório da Polícia Federal, sendo apenas mais uma etapa do processo.






















































