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Dia Mundial da Hipertensão: entenda a pressão alta

Foto: Reprodução

Neste sábado (17), o mundo celebra o Dia Mundial da Hipertensão, data criada para conscientizar sobre os riscos da pressão alta. Segundo o Ministério da Saúde, a doença atinge mais de 30 milhões de brasileiros e é uma das principais causas de mortes evitáveis no país.

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A hipertensão, muitas vezes, não apresenta sintomas visíveis. Por isso, especialistas alertam para a importância do monitoramento regular da pressão arterial. Ignorar esse cuidado pode resultar em sérias complicações, como infarto, AVC e insuficiência renal.

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Além disso, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento gratuito, com medicação e acompanhamento médico, por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Dia Mundial da Hipertensão alerta para os riscos da pressão alta

De acordo com o cardiologista Audes Feitosa, a pressão considerada ideal no Brasil é abaixo de 12 por 8. No entanto, valores entre 12/8 e 13/8 são classificados como normais ou pré-hipertensos. Ele explica que o risco cardiovascular aumenta a partir de 115 por 75 mmHg, embora não haja necessidade imediata de tratamento medicamentoso nesses casos.

Apesar de ser mais comum em idosos, a hipertensão também afeta jovens. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, cerca de 3,5 milhões de crianças e adolescentes convivem com a doença. Fatores como genética, má alimentação e sedentarismo influenciam diretamente nesse cenário.

Outra questão importante é que pessoas magras também podem ser hipertensas. Condições como diabetes, aterosclerose, uso de anticoncepcionais ou drogas ilícitas podem elevar a pressão, independentemente do peso corporal.

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Diagnóstico e prevenção são essenciais

O diagnóstico da hipertensão requer medições frequentes da pressão arterial, conforme destaca o cardiologista Rodrigo Souza. Exames complementares, como sangue, urina e eletrocardiograma, ajudam a identificar outras doenças associadas.

Para controlar a pressão, mudanças de hábitos são fundamentais. Reduzir o consumo de sal, praticar atividade física, manter o peso adequado, evitar álcool e cigarro são medidas recomendadas. Em casos específicos, o uso de medicamentos se torna necessário.

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