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Rio Grande do Norte

Morte de Thalyta comove o RN e expõe trajetória de luta

Foto: Reprodução/Redes sociais

Neste sábado (29), a morte da Thalyta Vitória gerou grande comoção entre familiares, amigos e demais pessoas que acompanharam sua história marcada por resistência e esperança. A jovem de Nata/RN, que tinha apenas 17 anos, se preparava para uma nova etapa no tratamento renal e aguardava a cirurgia que antecederia o transplante. Além disso, ela compartilhava nas redes sociais a confiança nos resultados, mesmo enfrentando dores diárias e limitações severas.

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Morte de Thalyta encerra história de superação

A morte de Thalyta encerra uma trajetória rara e impressionante. Nascida prematura extrema, com apenas cinco meses de gestação e 400 gramas, ela se tornou a menor bebê sobrevivente da história do Rio Grande do Norte. Conforme a família, as sequelas da prematuridade foram graves e incluíram insuficiência renal, bexiga neurogênica e perda parcial da visão. Ainda assim, a jovem acumulou vitórias ao longo da vida, passando por 23 cirurgias e superando obstáculos que pareciam impossíveis.

Os últimos meses foram especialmente difíceis. Em junho, Thalyta viajou até Porto Alegre (RS) para realizar a primeira consulta de pré-transplante na Santa Casa. Depois disso, os médicos solicitaram novos exames e confirmaram a necessidade urgente de uma cirurgia de vesicostomia, etapa obrigatória antes do transplante de rim. A operação estava marcada para novembro, mas o estado clínico frágil da jovem se agravou antes da data.

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Além disso, a família enfrentava dificuldades financeiras para arcar com viagens, medicamentos e alimentação, realizava campanhas para arrecadação financeiras necessárias. Somado a isso, faltavam medicamentos essenciais antes fornecidos pela UNICAT, o que aumentou o sofrimento da adolescente. Conforme relatos, Thalyta sentia dores intensas diariamente, dependia de hemodiálise e usava uma cadeira de rodas quebrada, o que reduzia ainda mais sua mobilidade.

Amigos e familiares prestam homenagens nas redes sociais e lembram do exemplo de coragem que marcou todos que acompanharam sua luta.

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