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#Curtida Cultural: Do Brega ao rock – A viagem passional de Johnny Hooker pelo drama e diversidade da América Latina

Foto: Divulgação

#Curtida Cultural: Por Vitor Pimentel

O cantor e compositor pernambucano Johnny Hooker acaba de lançar seu novo álbum Viver e Morrer de Amor na América Latina. O trabalho, que celebra os dez anos de sua carreira, chegou às plataformas no dia 05 de dezembro com um peso simbólico imediato. A faixa-título é um dueto histórico com Ney Matogrosso e traz o diálogo entre duas gerações que lutam pela liberdade e autenticidade. Ela amarra o conceito de um projeto profundamente pessoal e composto por 10 faixas.

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Em 35 minutos, Hooker entrega uma coleção de crônicas em forma de música, abrindo o coração e as vísceras após atravessar fases pessoais difíceis. Para a imprensa, o intérprete de “Flutua” afirmou que o material é um “renascimento pessoal” e um “comentário musical e poético sobre a passionalidade”.

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Este novo projeto vai do cabaré ao carnaval e prova que a música pode ser sofisticada, ser pop e não ser complicada. É possível misturar o popular com refinamento e propósito, desde o brega pernambucano, o samba e a salsa de Celia Cruz, passando por referências que vão da sofrência de Marília Mendonça ao rock de bandas como Legião Urbana.

O álbum brilha com canções cheias de drama, como “Saudades, Elder”, e pelo desbunde carnavalesco do frevo “Eu Quero Ver Pegar Fogo”, um dueto com Daniela Mercury. Essa parceria reforça a mensagem de que festa é celebração, mas também pode ser resistência e consolida Johnny Hooker como um ícone da cultura LGBTQIAPN+ brasileira, que não tem medo de defender a diversidade como bandeira.

Outro ponto alto são os registros de “A Vida É Assim”, uma regravação de um clássico do brega recifense de “Conde Só Brega”, e o dueto com a mestra Lia de Itamaracá em uma a “A vida é um Carnaval”, uma versão de um clássico de salsa latina que conecta o som de Hooker aos ritmos caribenhos e cubanos.

Em suma, Viver e Morrer de Amor na América Latina é trilha sonora intensa para quem quer celebrar o ato de se reerguer, embalado por um som que tem a cara da paixão latina, feito com critério e qualidade.

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O jornalista Vitor Pimentel escreve a coluna #Curtida Cultural sempre às quartas-feiras.

 

 

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