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Retaliação do Irã: Trump diz que agirá com força “nunca antes vista”

Foto: REUTERS/Thaier Al-Sudani

A Retaliação do Irã ganhou novos contornos neste domingo (1) após a confirmação do assassinato do líder supremo Ali Khamenei. Autoridades iranianas prometeram ampliar os ataques contra bases dos Estados Unidos no Oriente Médio e também contra Israel.

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Segundo integrantes do governo iraniano, o país não recuará diante das ações recentes. Além disso, o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani, afirmou que EUA e Israel não conseguirão “dobrar a nação iraniana”. Conforme publicação em rede social, o Irã lançou mísseis que causaram danos e, posteriormente, prometeu intensificar os ataques.

Em resposta, o presidente Donald Trump elevou o tom. Ele advertiu que, caso o Irã aumente o nível das agressões, os EUA reagirão com uma força “nunca antes vista”. No entanto, também sugeriu que Teerã evite novas investidas para impedir uma escalada militar de maiores proporções.

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Retaliação do Irã e reação internacional

Por outro lado, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez um apelo direto ao povo iraniano. Em pronunciamento na TV, ele convocou manifestações em massa para “derrubar o regime” dos aiatolás. Além disso, afirmou que Israel atacará “milhares” de alvos estratégicos nos próximos dias.

Enquanto isso, o governo iraniano anunciou a criação de um Conselho de Liderança interino, que conduzirá o país até a escolha de um novo líder supremo. Simultaneamente, o Ministério das Relações Exteriores do Irã classificou as ações de Israel e dos EUA como violação do direito internacional e risco à estabilidade global.

Segundo a chancelaria iraniana, a omissão da comunidade internacional pode estimular novos confrontos. Em contraste, Washington e Tel Aviv defendem que agem para conter ameaças relacionadas ao programa nuclear iraniano.

Anteriormente, ainda no primeiro mandato de Trump, os EUA deixaram o acordo nuclear firmado em 2015 durante o governo de Barack Obama. Desde então, as tensões cresceram. Além disso, ao iniciar o segundo mandato em 2025, Trump retomou pressões para desmontar o programa nuclear e balístico iraniano.

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