Polícia

Caso Pollyana Nataluska: seis são condenados por assassinato em Natal

Foto: Reprodução

O Tribunal do Júri condenou seis pessoas pelo assassinato de Pollyana Nataluska Costa de Medeiros, em Natal. A sessão terminou na madrugada desta quinta-feira (30), após três dias de julgamento.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte sustentou a acusação e convenceu os jurados sobre a participação dos réus no crime. Com isso, a Justiça determinou o cumprimento imediato das penas.

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Crime teve motivação ligada à disputa de herança

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu em maio de 2021 e teve relação direta com uma disputa de herança que se arrastava na Justiça há cerca de oito anos.

Segundo o Ministério Público, Paloma Nataluska Costa de Medeiros e Luciano Cabral de Souza atuaram como mandantes. O casal teria planejado o assassinato por causa de conflitos judiciais envolvendo inventário e pedidos de indenização.

Execução envolveu vários participantes

Além dos mandantes, outros envolvidos participaram diretamente da ação. O policial militar Josivan Pereira da Silva articulou o crime e fez a ligação entre mandantes e executores.

Já João Paulo Rocha realizou o disparo que matou a vítima. Em seguida, Alcivan Bernardo da Silva conduziu a motocicleta usada na fuga.

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Além disso, Orklisthye Mayklie Moronel Matias de Oliveira forneceu o veículo e deu suporte ao plano. Apesar disso, o júri reconheceu participação de menor importância nesse caso.

Penas definidas pela Justiça

A Justiça fixou penas diferentes conforme o papel de cada réu. Os mandantes e parte dos envolvidos receberam 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão, em regime fechado.

Por outro lado, João Paulo Rocha foi condenado a 14 anos e 3 meses, após confessar o crime. Já Orklisthye Mayklie recebeu 11 anos, 10 meses e 15 dias, devido à participação considerada menos relevante.

Além disso, a sentença determinou a perda da função pública do policial militar envolvido.

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Crime ocorreu em 2021 na Zona Norte

Pollyana Nataluska, de 22 anos, morreu após um disparo de arma de fogo dentro de uma loja de material de construção, na zona Norte da capital, em 18 de maio de 2021.

Inicialmente, o julgamento começou em outubro de 2025. No entanto, a Justiça interrompeu a sessão após um jurado apresentar problemas de saúde. Depois disso, um novo júri teve início na última segunda-feira (27) e chegou ao resultado final nesta semana.

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