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Emprego no RN cresce com força de Comércio e Serviços

Empregos no RN. Foto: Reprodução.

O Rio Grande do Norte registrou saldo positivo de 1.127 empregos formais em março de 2026, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados. O resultado representa uma recuperação em relação ao mesmo período de 2025, quando o estado havia perdido 1.890 postos de trabalho.

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Setores puxam retomada do mercado

De acordo com análise do Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN, os setores de Comércio, Serviços e Construção lideraram a geração de vagas. Ao todo, essas áreas somaram mais de 2 mil novos postos.

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O setor de Serviços apresentou o melhor desempenho, com 1.429 vagas. Em seguida, a Construção registrou saldo de 861 empregos, enquanto o Comércio abriu 584 vagas.

Além disso, algumas atividades se destacaram individualmente. Entre elas, estão a construção de edifícios (+508), infraestrutura (+311), comércio atacadista (+264), educação (+260), supermercados (+256), teleatendimento (+242) e saúde (+234).

Segmentos ainda pressionam resultado

Por outro lado, a Agropecuária (-1.504) e a Indústria (-242) registraram queda no número de empregos. Principalmente, a agroindústria influenciou esse cenário, com impacto no cultivo de melão e na produção de açúcar e biocombustíveis.

Com isso, o estado apresentou o quarto pior resultado do Nordeste no período, mesmo com o saldo positivo geral.

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Natal lidera geração de vagas

Entre os municípios, Natal liderou a criação de empregos, com 738 novas vagas. Logo depois, aparecem Parnamirim (+495) e São Gonçalo do Amarante (+234).

No interior, Caicó também se destacou, com saldo positivo de 184 postos. Por outro lado, Mossoró registrou o maior saldo negativo (-324), influenciado por fatores sazonais ligados à produção agrícola.

Avaliação do setor produtivo

Segundo o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, o resultado reforça a importância dos setores que mais empregam no estado. Nesse sentido, ele destacou que os números indicam recuperação, mas exigem atenção diante das oscilações em áreas específicas da economia.

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