O quadrinista mossoroense Luckas Iohanathan conquistou, pela segunda vez, o Prêmio Jabuti na categoria Histórias em Quadrinhos. Ele venceu a 68ª edição da premiação, anunciada na terça-feira (27), com a obra “Ouroboros”, publicada pela editora Comix Zone. Em 2024, o artista já havia recebido o troféu com o romance gráfico “Como Pedra”.
A história de “Ouroboros” acompanha Kesler, um policial que decide voltar à casa onde cresceu depois de passar por um episódio traumático. No local, ele revisita lembranças da infância e enfrenta as marcas de uma relação conturbada com a mãe.
A narrativa aborda temas como memória, culpa, conflitos familiares e ciclos que se repetem. Com a nova conquista, Luckas passa a integrar o grupo de quadrinistas que venceram o Jabuti mais de uma vez na categoria.
Artista começou a publicar quadrinhos na internet
Aos 32 anos, Luckas mora na Argentina desde 2021. Sua trajetória começou com a publicação de “O monstro debaixo da minha cama”, lançada na internet em 2020. No ano seguinte, a obra recebeu indicação ao Troféu HQ Mix e, em 2023, conquistou o segundo Prêmio Geek de Literatura.
Em 2024, o quadrinista lançou “Como Pedra”, seu primeiro romance gráfico impresso pela editora Comix Zone. O trabalho garantiu a primeira vitória no Jabuti. Dois anos depois, ele voltou à premiação e conquistou o segundo troféu com “Ouroboros”.
Outro potiguar ficou entre os finalistas
O Rio Grande do Norte também teve outro representante entre os finalistas do Jabuti 2026. O fotógrafo, artista visual e antropólogo Pablo Pinheiro concorreu em duas categorias com o livro “Vaqueiro de Gibão”, publicado pela editora Deu na Telha.
Leia também: Itamaraty convoca diplomata da Argentina após saída de Flávio Bolsonaro do Brasil


























































