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Rio Grande do Norte

RN reforça ações dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres

Projeto aprovado no Senado cria cadastro nacional de condenados por violência contra a mulher e segue para análise da CCJ.
Foto: Freepik

O Dia Internacional pelo Fim da Violência contra as Mulheres, celebrado em 25 de novembro, marca o início dos 16 Dias de Ativismo no mundo. A data foi instituída pela ONU em memória das irmãs Mirabal, ativistas políticas da República Dominicana assassinadas em 1960 e transformadas em símbolo da luta contra a violência de gênero.

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Violência doméstica no Brasil atinge 3,7 milhões de mulheres

No Brasil, a campanha começa mais cedo: em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, somando 21 dias de ativismo. O período intensifica ações de enfrentamento à violência contra mulheres e alerta para todas as suas formas – física, psicológica, sexual, moral, patrimonial, política e digital – além da necessidade de políticas integradas de prevenção, proteção e responsabilização dos agressores.

No Rio Grande do Norte, a secretária da Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (SEMJIDH), Júlia Arruda, destacou que o Estado tem ampliado ações ao longo dos 21 dias, levando informação e apoio diretamente às escolas, municípios e comunidades. Segundo ela, discutir o tema nesses espaços é fundamental, já que muitos jovens convivem de perto com situações de violência.

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Entre as iniciativas estão o PROMAPE (Programa Maria da Penha vai às Escolas) e o Maria da Penha Vai às Cidades, que interiorizam as ações e fortalecem organismos municipais de políticas para mulheres. As atividades incluem rodas de conversa, serviços de acolhimento e ações de autocuidado.

Júlia reforçou que a proteção começa com informação, essencial para que as mulheres reconheçam sinais de violência e saibam como buscar ajuda. Ela destacou ainda os canais de denúncia:

  • Disque 180 para orientação e denúncia;
  • 190 para situações de urgência.

Um dado considerado decisivo pela secretária reforça a importância da rede de proteção: entre as 1.800 mulheres acompanhadas pela Patrulha Maria da Penha, nenhuma foi vítima de feminicídio.

O Governo do RN segue articulando ações com diversas secretarias e reforçando que o enfrentamento à violência contra as mulheres é responsabilidade de toda a sociedade.

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