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“Rainha da Cetamina” é condenada a 15 anos de prisão por morte de Matthew Perry

Uma traficante apelidada de “Rainha da Cetamina” foi condenada nesta quarta-feira (8) a 15 anos de prisão por envolvimento na overdose fatal do ator Matthew Perry, incluindo seu papel no fornecimento da dose do anestésico que matou o artista.

Jayvee Sangha, que admitiu traficar em sua residência no distrito de North Hollywood, em Los Angeles, declarou-se culpada em setembro por cinco acusações criminais relacionadas à morte de Perry, ocorrida em 2023.

Perry foi encontrado por seu assistente pessoal, que morava com ele, boiando de bruços e sem vida em uma banheira de hidromassagem em sua casa. Ele tinha 54 anos.

O laudo da autópsia concluiu que Perry morreu devido aos “efeitos agudos da cetamina”, que, combinados a outros fatores, o fizeram perder a consciência e se afogar.

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A cetamina é um anestésico potente de ação rápida, com propriedades alucinógenas, às vezes prescrito para tratar depressão e outros transtornos psicológicos. A substância também ganhou popularidade como droga recreativa ilegal.

Perry havia reconhecido publicamente décadas de abuso de substâncias, que coincidiram com o auge de sua fama ao interpretar Chandler Bing na série Friends.

A morte ocorreu um ano após o lançamento de sua autobiografia, Friends, Lovers, and the Big Terrible Thing, na qual relatou episódios de dependência de analgésicos prescritos e álcool.

Nos meses anteriores à morte, Perry afirmava estar sóbrio. No entanto, segundo autoridades federais, ele fazia tratamento com infusões de cetamina sob supervisão médica para depressão e ansiedade, e acabou desenvolvendo dependência da substância.

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Quando médicos se recusaram a aumentar a dosagem, Perry recorreu a fornecedores ilegais dispostos a explorar sua dependência, segundo investigadores.

Em poucas semanas, ele morreu após uma overdose de cetamina fornecida por Sangha, conhecida nas ruas como “Rainha da Cetamina”. Ela admitiu ter vendido 51 frascos da droga a um intermediário, Erik Fleming, que repassou as doses ao ator por meio de seu assistente, Kenneth Iwamasa.

Segundo promotores, foi Iwamasa quem aplicou em Perry pelo menos três injeções de cetamina provenientes dos frascos fornecidos por Sangha, resultando na morte do ator.

Como parte do acordo com promotores, Sangha se declarou culpada por manter um local para uso de drogas, três acusações de distribuição ilegal de cetamina e uma acusação de distribuição da substância resultando em morte.

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Ela também admitiu ter vendido cetamina a outra pessoa em agosto de 2019, que morreu horas depois por overdose.

Fleming, Iwamasa e os dois médicos envolvidos no caso — Mark Chavez e Salvador Plasencia — também se declararam culpados por crimes federais relacionados a drogas.

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