O governo federal reduziu o subsídio do diesel em R$ 0,35 por litro a partir desta quarta-feira (1º). Com a decisão, o valor da ajuda passou de R$ 1,47 para R$ 1,12 por litro, segundo o Ministério da Fazenda.
Subsídio do diesel cai após revisão do governo
O subsídio do diesel sofreu ajuste após o governo revisar as medidas de contenção dos preços dos combustíveis. A equipe econômica avaliou o comportamento das cotações internacionais do petróleo e identificou queda e maior estabilidade no mercado.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo publica a portaria com efeito imediato. Ele explicou que as medidas adotadas buscavam reduzir o impacto de choques externos e não sustentar preços artificialmente.
A equipe econômica monitora diariamente os preços do petróleo e dos combustíveis no mercado interno. Com base nesses dados, o governo decidiu reduzir parcialmente o benefício diante do novo cenário internacional.
Durigan disse que o governo ajusta os subsídios conforme a necessidade de amortecer variações externas. Ele reforçou que a política econômica evita interferência prolongada nos preços.
Governo avalia mudanças na gasolina e outros subsídios
O governo também avalia a subvenção da gasolina, fixada em R$ 0,44 por litro. A equipe econômica analisa novos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para definir próximos passos.
A redução do subsídio do diesel faz parte de um processo gradual de revisão dos incentivos. O governo considera o impacto fiscal e o comportamento do mercado internacional para ajustar as medidas.
Segundo a equipe econômica, o ajuste busca preservar a meta fiscal e evitar desequilíbrios no orçamento. Ao mesmo tempo, o governo acompanha a evolução dos preços para decidir novas mudanças.
As ações de controle dos combustíveis começaram em março, com desoneração de tributos e criação de subvenções. Ao longo dos meses, o governo reverteu parte dessas medidas conforme o cenário mudou.
Retirada dos subsídios ocorre de forma gradual
O governo mantém a estratégia de reduzir os subsídios de forma gradual. Dessa maneira, a equipe econômica acompanha a normalização dos preços internacionais para evitar impactos bruscos no mercado interno.
O Ministério da Fazenda também informou que acordos anteriores com estados, incluindo medidas sobre ICMS, já foram encerrados. O governo afirma que as ações tinham caráter temporário desde o início.
A equipe econômica seguirá monitorando o mercado internacional de combustíveis. Com isso, novas decisões poderão ocorrer conforme a evolução dos preços globais.





















































