A Polícia Civil divulgou uma nota na tarde deste sábado (11), comunicando que vai investigar um caso de suposta prática de estupro de vulnerável contra um bebê de 10 meses dentro do Hospital Universitário Onofre Lopes, em Natal.
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Na sexta-feira (10), o suspeito, que estava acompanhando um outro paciente, foi autuado e preso em flagrante pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte, após o chamado do hospital e levado ao plantão de Atendimento a Grupos de Vulneráveis da Polícia Civil.
“Um procedimento foi instaurado para apurar todas as circunstâncias do fato e a responsabilidade penal de todos os envolvidos. Em razão de a vítima ser um bebê e da necessidade de garantir a realização de diligências que ainda estão em andamento para apurar eventuais outros crimes. O processo tramitará em sigilo, razão pela qual a instituição se pronunciará apenas após a conclusão do procedimento”, diz o comunicado.
Em nota, o Hospital Universitário Onofre Lopes lamentou o ocorrido e informou que está oferecendo todo o suporte para a vítima e a família.
“Lamentamos informar que na noite de ontem (sexta-feira, 10) realmente foi constatado que um acompanhante de um paciente foi flagrado em ato suspeito de violência sexual de vulnerável. As providências foram adotadas de imediato pelo hospital, com o acompanhamento direto da equipe de segurança da unidade e acionamento das polícias Civil e Militar, que efetuou a prisão em flagrante e está encaminhando as medidas legais cabíveis“, disse o HUOL.
Sobre o caso
O bebê, do sexo masculino, estava internado na enfermaria pediátrica do hospital. Para a PM, a mãe da criança informou que precisou sair para buscar água e pediu para que uma pessoa do leito vizinho olhasse a criança até ela voltar. Ao retornar, ela conta que surpreendeu o suposto infrator baixando a camisa e ajustando a calça e que ao chegar perto do filho notou uma substância estranha na gola da roupa e na boca da criança, o que a levou a chamar a equipe de enfermagem. Os profissionais de saúde coletaram a substância. Após análise laboratorial, foi constatado que se tratava de sêmen.
A mãe e a direção do hospital acionaram o 190. O suspeito, assim como a mãe da vítima foram conduzidos para a delegacia onde foram ouvidos.
A criança segue internada na enfermaria pediátrica.






















































