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Rio Grande do Norte

RN reforça ações dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres

Registros de violência contra a mulher no RN aumentaram 6,1% em 2025. Ameaça, lesão corporal e injúria lideram os casos, aponta a Polícia Civil.
Foto: Freepik

O Dia Internacional pelo Fim da Violência contra as Mulheres, celebrado em 25 de novembro, marca o início dos 16 Dias de Ativismo no mundo. A data foi instituída pela ONU em memória das irmãs Mirabal, ativistas políticas da República Dominicana assassinadas em 1960 e transformadas em símbolo da luta contra a violência de gênero.

Leia também:
Violência doméstica no Brasil atinge 3,7 milhões de mulheres

No Brasil, a campanha começa mais cedo: em 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, somando 21 dias de ativismo. O período intensifica ações de enfrentamento à violência contra mulheres e alerta para todas as suas formas – física, psicológica, sexual, moral, patrimonial, política e digital – além da necessidade de políticas integradas de prevenção, proteção e responsabilização dos agressores.

No Rio Grande do Norte, a secretária da Secretaria de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos (SEMJIDH), Júlia Arruda, destacou que o Estado tem ampliado ações ao longo dos 21 dias, levando informação e apoio diretamente às escolas, municípios e comunidades. Segundo ela, discutir o tema nesses espaços é fundamental, já que muitos jovens convivem de perto com situações de violência.

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Entre as iniciativas estão o PROMAPE (Programa Maria da Penha vai às Escolas) e o Maria da Penha Vai às Cidades, que interiorizam as ações e fortalecem organismos municipais de políticas para mulheres. As atividades incluem rodas de conversa, serviços de acolhimento e ações de autocuidado.

Júlia reforçou que a proteção começa com informação, essencial para que as mulheres reconheçam sinais de violência e saibam como buscar ajuda. Ela destacou ainda os canais de denúncia:

  • Disque 180 para orientação e denúncia;
  • 190 para situações de urgência.

Um dado considerado decisivo pela secretária reforça a importância da rede de proteção: entre as 1.800 mulheres acompanhadas pela Patrulha Maria da Penha, nenhuma foi vítima de feminicídio.

O Governo do RN segue articulando ações com diversas secretarias e reforçando que o enfrentamento à violência contra as mulheres é responsabilidade de toda a sociedade.

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