O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou, nesta terça-feira (6), a ida imediata do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao hospital DF Star, em Brasília, para a realização de exames médicos após uma queda sofrida na cela especial onde cumpre pena.
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Na decisão, o ministro determinou ainda que a defesa informe quais exames considera necessários e se eles podem ser realizados na Superintendência da Polícia Federal (PF).
Queda ocorreu durante a madrugada
Segundo informações da Polícia Federal, Bolsonaro caiu durante a madrugada desta terça-feira e bateu a cabeça em um móvel dentro da cela. Ele recebeu atendimento médico ainda pela manhã.
De acordo com a PF, o ex-presidente apresentou ferimentos leves e, naquele momento, não houve indicação de encaminhamento hospitalar, sendo recomendada apenas observação clínica.
Decisão do STF
Na decisão, Alexandre de Moraes afirmou que não há necessidade de remoção imediata para um hospital.
“Dessa maneira, não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”, disse o ministro.
Moraes também determinou que o laudo médico da PF seja anexado ao processo.
Defesa pede exames específicos
Após a decisão, a defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que o ex-presidente precisa realizar tomografia computadorizada do crânio, ressonância magnética do crânio e um eletroencefalograma.
Mais cedo, o médico pessoal de Bolsonaro, Cláudio Birolino, afirmou que o ex-presidente sofreu um traumatismo craniano e que passaria por exames complementares.




















































