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Pentágono prepara tropas para Minnesota após protestos

Foto: Reuters/Ryan Murphy

Neste domingo (18), autoridades norte-americanas confirmaram que cerca de 1.500 soldados da ativa, baseados no Alasca, receberam ordem para se preparar para um possível envio ao Estado do meio-oeste, onde grandes protestos têm ocorrido contra a política de deportação do governo federal.

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O Exército colocou as unidades em estágio de prontidão. Segundo fontes ouvidas pela agência Reuters, a medida busca antecipar um cenário de agravamento da violência nas manifestações. No entanto, até o momento, nenhuma decisão final sobre o deslocamento efetivo das tropas foi anunciada oficialmente.

Pentágono em Minnesota e risco de escalada

Conforme relataram autoridades militares, a ordem preventiva ocorre em meio a pressões diretas do presidente Donald Trump. Na última quinta-feira (15), Trump ameaçou acionar a Lei da Insurreição caso o governo estadual não consiga impedir ataques de manifestantes contra agentes de imigração. Assim, o discurso elevou o nível de tensão entre o governo federal e autoridades locais.

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Por outro lado, ainda não está claro se a Casa Branca pretende, de fato, invocar essa legislação histórica. Mesmo sem recorrer à Lei da Insurreição, um presidente pode empregar forças da ativa em determinadas situações domésticas. Trump, por exemplo, já utilizou esse argumento no ano passado ao enviar fuzileiros navais para proteger propriedades federais em Los Angeles.

Além disso, o Pentágono avalia alternativas menos extremas. Entre elas, está a mobilização das recém-criadas forças de resposta rápida da Guarda Nacional, projetadas especificamente para lidar com distúrbios civis. Certamente, essa opção reduziria o impacto político de empregar tropas regulares em solo americano.

Embora os protestos em Minnesota tenham reunido milhares de pessoas, autoridades federais ainda monitoram o nível de violência. Em contraste, líderes estaduais defendem que a situação permanece sob controle e que a presença militar poderia intensificar os confrontos, em vez de contê-los.

Até agora, o Pentágono e a Casa Branca não responderam oficialmente aos pedidos de esclarecimento feitos pela Reuters. A informação foi divulgada inicialmente pela rede ABC News, o que reforçou a atenção da imprensa internacional para o tema.

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