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Lewandowski e Banco Master: ex-secretário nega interferência da PF

Foto: Reprodução/SBT News

A relação entre Lewandowski e o Banco Master voltou ao centro do debate político após declarações do ex-secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo. Em entrevista ao SBT News, ele afirmou que não houve qualquer interferência do ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski nas operações da Polícia Federal que investigam o Banco Master. Segundo Sarrubbo, as apurações ocorreram de forma autônoma e surpreenderam inclusive o então ministro.

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Conforme explicou, o contrato firmado entre o Banco Master e um escritório de advocacia atualmente ligado ao filho de Lewandowski não alterou o curso das investigações. Além disso, o ex-secretário ressaltou que Lewandowski se desligou formalmente do próprio escritório ao assumir o ministério. Dessa forma, na avaliação dele, não existe controvérsia real sobre o tema.

Lewandowski Banco Master e a atuação da Polícia Federal

Segundo Sarrubbo, as operações da Polícia Federal contra o Banco Master ocorreram durante a gestão de Lewandowski no Ministério da Justiça, o que, por outro lado, reforça a inexistência de interferência política. “Não houve nenhum tipo de influência do ministro nas operações da Polícia Federal”, afirmou. Certamente, a autonomia da PF foi um dos pontos mais destacados pelo ex-secretário.

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Além disso, Sarrubbo afirmou que nunca presenciou qualquer atuação do filho de Lewandowski dentro do ministério. Embora o tema tenha gerado repercussão negativa para o governo, ele classificou o episódio como uma “não polêmica”. Para o ex-secretário, o fato de familiares de autoridades atuarem na advocacia não pode, automaticamente, levantar suspeitas sobre a conduta de agentes públicos.

Investigação do Banco Master segue sem interferência política

Questionado sobre a estratégia do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, Sarrubbo avaliou que a contratação de escritórios renomados pode ter tido a intenção de criar influência política. No entanto, segundo ele, essa tentativa não se concretizou. Como resultado, o banco acabou liquidado pelo Banco Central e segue sob investigação da Polícia Federal.

Além disso, Sarrubbo comentou a atuação do ministro Dias Toffoli, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, Toffoli adota cautela nas decisões, respeitando o devido processo legal. Do mesmo modo, o ex-secretário reiterou que não houve qualquer interferência do Ministério da Justiça nas ações da PF, destacando que todos foram surpreendidos pelas operações.

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