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Prisão de Oruam é decretada pela Justiça do Rio

Justiça do Rio decretou a prisão preventiva do rapper Oruam após decisão do STJ.

A prisão de Oruam foi decretada nesta terça-feira (3) pela Justiça do Rio de Janeiro. A decisão ocorreu após o Superior Tribunal de Justiça revogar a liminar que mantinha o rapper em liberdade. A juíza Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, assinou a ordem de prisão preventiva.

Com a decisão do STJ, o processo voltou a tramitar sem medidas alternativas. Diante disso, a magistrada avaliou novamente o caso e entendeu que o cantor não cumpriu as determinações judiciais. Segundo a decisão, as medidas cautelares deixaram de garantir o andamento regular do processo.

A Justiça destacou que a prisão de Oruam se tornou necessária para preservar a ordem pública. Além disso, o Judiciário apontou falhas graves no controle do monitoramento eletrônico imposto ao artista.

Prisão de Oruam ocorre após descumprimento de medidas

Relatórios da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro indicaram que Oruam descumpriu repetidamente as medidas cautelares. O principal problema envolveu o uso da tornozeleira eletrônica. Entre outubro e novembro de 2025, o sistema registrou mais de 20 falhas no monitoramento.

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Os relatórios apontaram falta de bateria, períodos de inoperância e violações ao recolhimento domiciliar noturno. Essas ocorrências aconteceram, principalmente, durante madrugadas e fins de semana. Por isso, a Justiça concluiu que o controle das medidas ficou comprometido.

Diante desse cenário, a juíza determinou a prisão preventiva e expediu novo mandado. A ordem possui o mesmo prazo de validade da decisão anterior, que havia sido revogada. Além disso, o cartório judicial recebeu ordem para certificar o cumprimento da medida com urgência.

O caso começou em 22 de julho de 2025. Na ocasião, policiais civis cumpriam mandado de busca e apreensão em um imóvel ligado ao rapper. O imóvel fica no bairro do Joá, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Segundo o Ministério Público, os agentes sofreram ataques durante a ação. Pessoas que estavam no imóvel arremessaram pedras do andar superior da residência. A denúncia aponta duas tentativas de homicídio qualificado contra policiais civis.

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O processo também cita a atuação do artista nas redes sociais. De acordo com a investigação, Oruam teria desafiado autoridades e incentivado reações contra operações policiais. Esse comportamento pesou na decisão judicial.

A defesa alegou falhas técnicas na tornozeleira eletrônica. Os advogados afirmaram que problemas no carregamento causaram as ocorrências. No entanto, até o momento, a defesa não informou se o cantor se apresentou às autoridades após a expedição do mandado.

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