A Suspeição Toffoli no caso Master foi arquivada nesse sábado (21) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin. A decisão encerra a ação que questionava a conduta do ministro Dias Toffoli no âmbito das investigações relacionadas ao chamado caso Master.
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Primeiramente, a arguição de suspeição surgiu após a Polícia Federal encaminhar a Fachin um relatório sobre a relação de Toffoli com o banqueiro Daniel Vorcaro. O documento, segundo informações divulgadas, reunia cerca de 200 páginas com conversas extraídas de aparelho celular, além de citações ao ministro e referências a pagamentos.
Conforme o andamento processual, Fachin autuou o pedido no mesmo dia em que recebeu o material. Como presidente da Corte, ele assumiu a relatoria do procedimento. No entanto, após reuniões reservadas entre os ministros, a Corte decidiu anular o pedido formal de suspeição.
Suspeição de Toffoli no caso Master após acordo
A decisão de arquivamento ocorreu depois de um acordo entre os integrantes do STF, inclusive o próprio Toffoli. Além disso, o ministro anunciou que deixaria a relatoria do caso Master, diante do desgaste institucional e da pressão pública. Dessa forma, embora não seja mais relator da investigação sobre supostas fraudes envolvendo o banco, Toffoli não foi declarado suspeito.
Atualmente, o novo relator do caso é o ministro André Mendonça, que também integra a 2ª Turma do STF ao lado de Toffoli. Assim, o ministro poderá, ao menos inicialmente, participar de julgamentos relacionados ao tema.
Contudo, outros pedidos de suspeição ainda tramitam na Procuradoria-Geral da República. Entretanto, há expectativa de arquivamento semelhante. Ao mesmo tempo, no Senado Federal, parlamentares protocolaram pedidos de impeachment contra Toffoli, que seguem sem análise até o momento.





















































