Trabalhadores das barracas do litoral Norte, em Extremoz, estão sendo notificados pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU) para desocupar o local em um prazo de apenas dez dias. Segundo os barraqueiros, a medida inclui a possibilidade de demolição das estruturas, o que preocupa famílias que dependem dessa atividade para garantir seu sustento. Uma das barracas já teria sido demolida.
De acordo com os trabalhadores, todas as estruturas são rústicas, sem construções de alvenaria, e servem apenas para atender os frequentadores da praia. Uma das famílias que atua na região há quase duas décadas recebeu uma multa que ultrapassa dois milhões de reais. Com isso, cresce a apreensão quanto ao futuro das barracas e à manutenção da renda familiar.
Os barraqueiros pedem apoio das autoridades e da sociedade para encontrar uma solução que permita continuar trabalhando. Eles esperam, pelo menos, alternativas que viabilizem a geração de renda enquanto se resolve a questão legal. Além disso, alertam que a atividade não oferece riscos à área pública e é fundamental para a economia local.
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