O suspeito de matar a criança Pétala Yona, de 7 anos, passou por audiência de custódia e teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva. A decisão mantém José Alves Teixeira, de 24 anos, preso enquanto o caso segue sob investigação.
A conversão do flagrante em preventiva significa que, além da prisão inicial realizada logo após o crime, a Justiça entendeu que há motivos para manter o investigado detido por mais tempo antes do julgamento, como a necessidade de garantir a ordem pública e o andamento das investigações.
O caso ocorreu na Zona Oeste de Natal e segue sendo investigado pela Polícia Civil.
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Crime é tratado como possível vicaricídio
De acordo com as investigações, a Polícia Civil prendeu o suspeito na manhã da segunda-feira (20). Ele é ex-companheiro da mãe da vítima.
Inicialmente, familiares relataram o desaparecimento da criança após ela ser vista pela última vez no domingo (19). Em seguida, equipes iniciaram buscas e localizaram o corpo da menina no quintal da casa do investigado.
A polícia trabalha com a hipótese de vicaricídio, uma forma de violência vicária em que o agressor atinge alguém próximo da mulher com o objetivo de causar sofrimento emocional.
A legislação brasileira prevê pena de 20 a 40 anos de reclusão para esse tipo de crime, podendo aumentar conforme as circunstâncias.
Investigação continua e aguarda laudos
Enquanto isso, a Polícia Científica do Rio Grande do Norte realiza exames periciais para confirmar a causa da morte. Paralelamente, a Polícia Civil segue com as diligências para esclarecer todos os detalhes do crime.
Além disso, as autoridades reforçam a importância da participação da população, que pode repassar informações de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.






















































