O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que o Brasil poderá aplicar a Lei da Reciprocidade Econômica em resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Segundo ele, o governo adotará a medida “no momento oportuno e adequado”, caso as negociações entre os dois países não avancem.
Além disso, Alckmin destacou que o governo brasileiro continua priorizando o diálogo diplomático para preservar a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos.
Governo mantém negociações com os Estados Unidos
Representantes do governo brasileiro seguem em contato com autoridades americanas para tentar reverter as tarifas anunciadas pelos Estados Unidos.
Além disso, Alckmin afirmou que o diálogo permanece como prioridade. No entanto, ressaltou que o Brasil dispõe de instrumentos legais para proteger os interesses nacionais, caso as conversas não avancem.
Lei da Reciprocidade pode entrar em vigor
A Lei da Reciprocidade Econômica autoriza o governo brasileiro a adotar medidas contra países que imponham barreiras comerciais consideradas prejudiciais aos produtos nacionais.
Dessa forma, o Executivo poderá restringir benefícios comerciais ou aplicar medidas equivalentes sempre que identificar prejuízos às exportações brasileiras.
Tarifa amplia tensão comercial
As novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos elevaram a tensão nas relações comerciais entre os dois países. Por isso, o governo federal intensificou as negociações para buscar uma solução.
Além disso, representantes do setor produtivo acompanham as tratativas e defendem um acordo que reduza os impactos sobre as exportações brasileiras.
Brasil mantém prioridade no diálogo
Apesar da possibilidade de recorrer à reciprocidade, Alckmin reafirmou que o governo prefere solucionar o impasse por meio das negociações diplomáticas.
Por fim, o vice-presidente explicou que o governo tomará qualquer decisão com base em critérios técnicos e no interesse da economia brasileira. Ao mesmo tempo, reforçou o compromisso de defender os exportadores nacionais.




















































