O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), manifestou solidariedade ao vereador de Mossoró, Cabo Deyvison (PL), após o atentado ocorrido na cidade. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar desejou uma rápida recuperação ao vereador e prestou condolências aos familiares e amigos de Alyson Dyego, assessor que morreu durante o ataque.
Na mensagem publicada na plataforma X, Flávio Bolsonaro classificou o episódio como um ato de terrorismo.
“Isso não é criminalidade comum. Isso é terrorismo”, escreveu o senador.
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Senador defende enquadramento de facções como organizações terroristas
Na publicação, Flávio Bolsonaro defendeu que grupos criminosos ligados ao tráfico de drogas recebam oficialmente a classificação de organizações terroristas.
Além disso, o senador afirmou que o armamento utilizado no atentado demonstra o alto poder de fogo das facções criminosas.
Segundo ele, essas organizações atuam com uma estrutura semelhante à militar, exercem domínio territorial e promovem ataques planejados contra adversários.
Dessa forma, o parlamentar argumentou que o país precisa rever a estratégia de enfrentamento ao crime organizado.
Flávio Bolsonaro cobra medidas mais rígidas
O senador também afirmou que o Estado brasileiro precisa adotar medidas mais rigorosas no combate a esses grupos.
Na avaliação dele, enquanto as facções forem tratadas apenas como um problema convencional de segurança pública, elas continuarão ampliando a capacidade de intimidação e violência.
Além disso, Flávio Bolsonaro defendeu o fortalecimento das operações policiais e da integração entre as forças de segurança.
Ao mesmo tempo, ele destacou a necessidade de uma resposta mais firme das autoridades diante do avanço do crime organizado.
Atentado segue sob investigação
As autoridades continuam investigando o atentado contra Cabo Deyvison para identificar todos os envolvidos e esclarecer a motivação do crime.
O ataque ocorreu na noite de segunda-feira (15), em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em Mossoró.
Na ocasião, criminosos balearam o vereador nas pernas, provocaram uma fratura na tíbia e deixaram uma bala alojada em uma das pernas.
Já o assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, morreu após receber disparos durante a ação criminosa.
Posteriormente, as forças de segurança prenderam dois suspeitos no município de Beberibe, no Ceará.
Enquanto isso, a Polícia Civil e a Polícia Militar continuam as investigações para esclarecer todas as circunstâncias do caso.





















































