A Argentina bicampeã pode se tornar realidade neste domingo (19), caso a seleção comandada por Lionel Scaloni derrote a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026. Atual campeã do torneio, a equipe argentina busca conquistar o segundo título consecutivo e encerrar um jejum que já dura 64 anos no futebol mundial. Além disso, a vitória colocaria os argentinos em um seleto grupo de seleções que conseguiram defender com sucesso o troféu da principal competição do esporte.
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Desde o bicampeonato conquistado pelo Brasil em 1958 e 1962, nenhuma seleção conseguiu repetir o feito. Enquanto isso, grandes campeãs chegaram perto de manter a hegemonia, mas acabaram derrotadas nas decisões seguintes. Assim, a final deste domingo representa uma oportunidade histórica para a Argentina ampliar seu espaço entre as maiores potências do futebol.
Argentina bicampeã pode encerrar jejum histórico
A última seleção a conquistar duas Copas do Mundo consecutivas foi o Brasil. A equipe brasileira venceu o Mundial da Suécia, em 1958, com uma geração liderada por Pelé. Depois, confirmou a hegemonia ao conquistar o título no Chile, em 1962.
Além disso, a Seleção Brasileira voltou a levantar a taça em 1970, no México, conquistando o terceiro título em apenas quatro edições da Copa do Mundo. Como resultado, o país consolidou uma das maiores sequências vitoriosas da história do torneio.
Agora, a Argentina tenta repetir essa marca histórica. Caso confirme o favoritismo na decisão diante da Espanha, a equipe comandada por Lionel Scaloni encerrará um longo período sem bicampeões consecutivos e reforçará sua posição entre as maiores seleções do planeta.
Brasil e França chegaram perto do feito
Embora diversas seleções tenham disputado finais consecutivas nas últimas décadas, nenhuma conseguiu defender o título mundial. O Brasil, por exemplo, esteve muito próximo do bicampeonato entre 1994 e 1998.
Depois de vencer a Itália nos pênaltis na Copa dos Estados Unidos, a equipe brasileira voltou à decisão quatro anos depois, na França. No entanto, acabou derrotada por 3 a 0 pelos donos da casa, em uma partida marcada pela atuação decisiva de Zinedine Zidane.
Da mesma forma, a França também esteve perto de repetir a conquista. Campeã em 2018, a seleção francesa voltou à final em 2022, mas perdeu para a Argentina após empate por 3 a 3 no tempo regulamentar e na prorrogação. Posteriormente, os argentinos venceram nos pênaltis e conquistaram o tricampeonato mundial.
Os franceses também disputaram a final de 2006, dois anos depois do título conquistado em 1998. Entretanto, a Itália levou a melhor nas penalidades em uma partida lembrada pela expulsão de Zidane após a cabeçada em Marco Materazzi.
Conquista pode colocar argentinos em grupo seleto
Se levantar novamente a taça neste domingo, a Argentina conquistará seu quarto título mundial e se tornará a primeira seleção bicampeã consecutiva desde o Brasil de Pelé. Além disso, o resultado confirmará a força da geração liderada por Lionel Scaloni e ampliará o legado recente do futebol argentino.
A Espanha busca impedir esse feito e conquistar um novo título mundial. Assim, a decisão reúne duas seleções que chegam embaladas por campanhas consistentes e promete entrar para a história da competição.




















































