Até 6 de novembro, o Parque Tecnológico Metrópole Digital (Metrópole Parque) participa da Missão Anprotec 2026, com atividades na França e na Alemanha. A diretora adjunta do Parque, Iris Pimenta, e a gerente operacional, Raquel Maciel, integram a delegação brasileira da iniciativa, realizada pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceria com o Sebrae e o Ministério das Relações Exteriores.
A primeira etapa da missão ocorre em Cannes, na França, de 27 a 30 de outubro, durante a 43ª Conferência Mundial da International Association of Science Parks and Areas of Innovation (IASP). Com o tema “Tecnologia para a humanidade: moldando valores para um futuro centrado no ser humano”, o evento reúne representantes de parques tecnológicos e ambientes de inovação de diferentes países para discutir tendências, compartilhar experiências e estabelecer conexões internacionais.
A participação na conferência permite acompanhar experiências e modelos de desenvolvimento de ecossistemas de inovação, além de ampliar o diálogo com instituições estrangeiras. A programação aborda temas como inteligência artificial, tecnologias emergentes, inovação verde, empreendedorismo inclusivo e a relação entre pesquisa, empresas e políticas públicas.
Agenda técnica em Berlim
Na segunda etapa da Missão, de 31 de outubro a 6 de novembro, a delegação segue para Berlim, na Alemanha, para uma agenda de visitas técnicas, seminários e encontros com universidades, centros de pesquisa, parques tecnológicos, aceleradoras e empresas.
Entre os ambientes previstos estão o Berlin Adlershof Science and Technology Park, a Universidade Técnica de Berlim (TU Berlin) e os Institutos Fraunhofer, referência europeia em pesquisa aplicada. A programação busca aproximar os participantes de experiências em transferência de tecnologia, inovação colaborativa e internacionalização de empresas.
Para Iris Pimenta, a missão representa uma oportunidade de conhecer práticas internacionais e identificar possibilidades de cooperação que contribuam para o desenvolvimento do ecossistema de inovação potiguar.
“A aproximação com ecossistemas internacionais permite conhecer diferentes modelos de conexão entre universidades, empresas e centros de pesquisa, além de identificar oportunidades de parceria. Essa troca pode contribuir para fortalecer o ambiente de inovação do Rio Grande do Norte e ampliar as possibilidades de inserção internacional dos negócios apoiados pelo Metrópole Parque”, afirma Iris.
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