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Polícia Civil nega participação em resgate a adolescentes vítimas de trabalho análogo à escravidão

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Na manhã deste sábado (27), foi compartilhada nas redes sociais a informação de que a Polícia Civil do Rio Grande do Norte teria participado de uma operação que resultou no resgate de duas adolescentes vítimas de trabalho análogo à escravidão no bairro Parque das Nações, em Parnamirim, na Grande Natal. A Polícia Civil, no entanto, negou a participação no resgate e destacou que “de fato, foi um registro de Boletim de Ocorrência (BO), em uma cidade do interior do RN, sobre possível crime de maus-tratos contra duas adolescentes.”

“No momento, não existe comprovação dos fatos noticiados por alguns blogs e portais nas redes sociais. O caso está sendo investigado sob sigilo.”, disse a Polícia Civil em nota.

A polícia repudiou ainda a exposição das menores e frisou o compromisso “com a verdade, na proteção das crianças e adolescentes vítimas, bem como com a investigação séria e dentro dos parâmetros da legislação brasileira.”

Veja a nota:

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“Esclarecimento

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, por meio da Delegacia Especializada na Proteção da Criança e do Adolescente (DPCA/Parnamirim), esclarece que não participou ou deflagrou operação de resgate de adolescentes vítimas de trabalho análogo à escravidão no bairro Parque das Nações, em Parnamirim, na Grande Natal.

A Polícia Civil do RN reforça mais uma vez que não houve operação e recebeu com surpresa as notícias veiculadas nas redes sociais. O que ocorreu, de fato, foi um registro de Boletim de Ocorrência (BO), em uma cidade do interior do RN, sobre possível crime de maus-tratos contra duas adolescentes.

No momento, não existe comprovação dos fatos noticiados por alguns blogs e portais nas redes sociais. O caso está sendo investigado sob sigilo.

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Repudiamos veementemente a exposição das adolescentes, da residência e ainda da profissão e o local de trabalho das investigadas na internet. A instituição é comprometida com a verdade, na proteção das crianças e adolescentes vítimas, bem como com a investigação séria e dentro dos parâmetros da legislação brasileira.”

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