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Meu INSS registra 8,5 milhões de acessos no 1º dia de devolução

Aposentados e pensionistas têm até 14 de fevereiro para contestar descontos indevidos do INSS e aderir ao acordo de ressarcimento.
Foto: Foto: Divulgação/Gov.br

O Meu INSS registrou mais de 8,5 milhões de acessos nesta quarta-feira (14), primeiro dia para aposentados e pensionistas solicitarem a devolução de valores descontados de forma irregular. A informação foi confirmada pelo presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, durante entrevista coletiva em Brasília.

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Fraude INSS: governo libera serviço para solicitar devolução de descontos indevidos

Apesar do alto volume de acessos, apenas 1,6 milhão de usuários chegaram à etapa de consulta. Destes, cerca de 480 mil pedidos de ressarcimento foram formalizados. Segundo os dados, 473.940 segurados alegaram não reconhecer vínculo com as entidades responsáveis pelos descontos. Outros 6.720 informaram ter autorizado os débitos.

O presidente do INSS, Gilberto Waller Junior, também participou da coletiva e alertou para o risco de sobrecarga no sistema. “Estamos atendendo pessoas que sofreram fraudes. Curiosos, não acessem o sistema. Isso dificulta ainda mais o acesso dos que precisam”, destacou.

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Central 135 e aplicativo concentram atendimentos

A maior parte das interações ocorreu por meio do site e aplicativo Meu INSS, que concentraram 450 mil acessos. Além disso, a Central de Atendimento 135 recebeu mais de 30 mil chamadas, com tempo médio de atendimento de sete minutos.

Waller também reforçou um alerta importante. “A central 135 não liga para ninguém. O segurado é quem deve procurar o serviço”, afirmou, tentando evitar novos golpes contra aposentados.

A partir desta quarta, cerca de 9 milhões de pessoas podem consultar quais entidades realizaram descontos e, se necessário, solicitar a devolução. As associações terão 15 dias úteis para comprovar o vínculo associativo. Caso contrário, o valor deverá ser devolvido ao INSS, que repassará os recursos à vítima da fraude.

A Polícia Federal investiga um esquema de fraudes que pode ter desviado até R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. A AGU poderá atuar judicialmente nos casos em que as associações não devolverem os valores.

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