O Rio Grande do Norte recebeu 30.708 doses da vacina contra a covid-19 nesta semana. O envio faz parte de uma nova remessa de 2,2 milhões de imunizantes distribuídos pelo Ministério da Saúde para todos os estados e o Distrito Federal.
Com isso, o governo federal reforça os estoques e garante a continuidade da vacinação em todo o país. Além disso, somente em 2026, o Brasil já distribuiu mais de 6,3 milhões de doses.
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Distribuição reforça estoques e amplia cobertura
Além da nova remessa, o Ministério da Saúde mantém o envio contínuo de vacinas conforme a demanda de cada região. No primeiro trimestre deste ano, por exemplo, o RN já havia recebido 40.708 doses.
Dessa forma, a nova entrega amplia os estoques locais e fortalece a estratégia de imunização, tanto para crianças quanto para adultos.
Segundo o diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a vacinação continua sendo essencial. “As vacinas seguem como a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes”, destacou.
Estados e municípios organizam aplicação
Enquanto o governo federal envia os imunizantes, estados e municípios assumem a logística de distribuição e aplicação.
Assim, as secretarias estaduais organizam o repasse das doses para as cidades, que ficam responsáveis por aplicar as vacinas, controlar os estoques e acompanhar a validade dos imunizantes.
Além disso, o envio ocorre com base em critérios como tamanho da população e quantidade de doses já aplicadas. Caso necessário, os estados também podem solicitar novas remessas.
Grupos prioritários devem se vacinar
Atualmente, o esquema vacinal segue diretrizes específicas para cada grupo. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda prioridade para pessoas mais vulneráveis.
Entre os principais públicos estão:
- idosos a partir de 60 anos;
- gestantes;
- crianças de 6 meses a menores de 5 anos;
- pessoas imunocomprometidas;
- além de trabalhadores da saúde e outros grupos de risco.
Por outro lado, a população geral entre 5 e 59 anos também pode receber dose, especialmente quem ainda não se vacinou.
Vacinação segue como principal proteção
Apesar da redução de casos graves em comparação aos períodos mais críticos da pandemia, a covid-19 ainda preocupa.
Em 2026, até abril, o país registrou mais de 62 mil casos de síndrome gripal associados à doença. Além disso, houve mais de 30 mil registros de síndrome respiratória aguda grave, com 188 mortes confirmadas.
Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância da imunização. Portanto, a orientação é que a população procure uma unidade de saúde do Sistema Único de Saúde para manter o esquema vacinal atualizado.























































