A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo prorrogou o prazo da consulta pública que reúne contribuições da população sobre ações de redução de emissões de CO₂ em Natal. Agora, os interessados podem participar até o dia 8 de maio.
A iniciativa vai subsidiar a elaboração do Plano de Mitigação e Adaptação às Mudanças Climáticas do Município (PMMC). Além disso, a participação popular ajuda a complementar dados técnicos já levantados pela gestão municipal.
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Como participar da consulta
A consulta ocorre por meio de um formulário online, disponível para qualquer cidadão. Nessa etapa, a população pode sugerir ações e opinar sobre medidas voltadas à redução de emissões de gases poluentes.
Ao mesmo tempo, a Semurb utiliza essas contribuições para alinhar as propostas às demandas reais da cidade. Dessa forma, o planejamento tende a ser mais eficiente e conectado à realidade local.
Ferramenta vai definir prioridades
Além da consulta, o projeto prevê o desenvolvimento de um sistema que organizará um ranking de ações prioritárias para o município. Para isso, o software vai considerar critérios como impacto social, custo financeiro, urgência, disponibilidade de recursos e número de pessoas afetadas.
A expectativa é que a ferramenta fique pronta até o fim de julho deste ano. Em seguida, a equipe técnica da secretaria deve utilizar os dados para orientar decisões estratégicas na área ambiental.
Parceria com a UFRN
O projeto também conta com a colaboração de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O trabalho envolve o Departamento de Engenharia de Produção e o grupo de pesquisa Healthcare, Engineering and Industrial Innovation Research Group (HEII).
Segundo o secretário da pasta, Thiago Mesquita, a iniciativa fortalece o planejamento ambiental da cidade. “Essa será mais uma ferramenta para que a cidade tome decisões mais assertivas e priorize ações que impactem diretamente na qualidade de vida da população”, afirmou.
Objetivo é melhorar a qualidade de vida
Por fim, a proposta busca reduzir riscos ambientais e melhorar a qualidade de vida dos moradores. Portanto, a participação da população se torna essencial para definir prioridades e construir políticas públicas mais eficazes.






















































