O Brasil registrou aumento de 61% nos casos de doenças inflamatórias intestinais nos últimos 10 anos, segundo especialistas da área da saúde.
Entre as principais enfermidades estão a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, condições crônicas que afetam o sistema digestivo e exigem acompanhamento médico contínuo.
Casos cresceram na última década
Especialistas apontam que fatores como mudanças alimentares, maior consumo de ultraprocessados, estresse e alterações ambientais ajudam a explicar o avanço da doença no país.
Além disso, médicos destacam que o acesso maior a exames e diagnósticos também contribuiu para o aumento dos registros.
As doenças inflamatórias intestinais provocam inflamações no trato gastrointestinal e podem causar sintomas como dores abdominais, diarreia, sangramentos, perda de peso e fadiga.
Diagnóstico precoce ajuda tratamento
Segundo especialistas, o diagnóstico precoce reduz complicações e melhora a qualidade de vida dos pacientes.
Além disso, o tratamento pode incluir medicamentos, mudanças na alimentação e acompanhamento multidisciplinar.
Em casos mais graves, pacientes podem precisar de cirurgia.
Médicos alertam que sintomas persistentes devem receber avaliação especializada para evitar agravamento da doença.
Alimentação e estilo de vida influenciam
Pesquisadores também relacionam o crescimento das doenças inflamatórias intestinais ao estilo de vida moderno.
O aumento do consumo de alimentos industrializados, aliado ao sedentarismo e ao estresse, aparece entre os fatores associados ao avanço dos casos.
Além disso, especialistas defendem campanhas de conscientização para ampliar o diagnóstico e combater o preconceito enfrentado por pacientes.
Doenças exigem acompanhamento contínuo
As doenças inflamatórias intestinais não possuem cura definitiva, mas o tratamento adequado ajuda a controlar os sintomas e reduzir crises.
Segundo médicos, o acompanhamento regular é fundamental para evitar complicações e garantir melhor qualidade de vida.






















































