O incêndio na Grécia ganhou força neste sábado (1) e atingiu diversas regiões do país, incluindo áreas próximas à capital, Atenas. As chamas se espalharam rapidamente devido aos ventos fortes, enquanto as autoridades intensificaram as operações de combate ao fogo e promoveram evacuações de emergência para proteger moradores das áreas de risco.
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Os primeiros focos surgiram na quarta-feira. Desde então, equipes de bombeiros atuam de forma contínua para conter o avanço das chamas. Além disso, a tragédia já provocou a morte de três bombeiros durante as operações de combate aos incêndios florestais.
Incêndio na Grécia mobiliza bombeiros e provoca evacuações
Segundo as autoridades gregas, dois dos bombeiros morreram enquanto combatiam o fogo na ilha de Creta, nas proximidades da vila de Krya Vrysi. O terceiro profissional perdeu a vida durante uma operação na região do Peloponeso.
Enquanto isso, as equipes de emergência permanecem mobilizadas em diferentes pontos do país. Além do combate direto às chamas, os agentes coordenam evacuações preventivas para reduzir os riscos à população.
Os ventos intensos dificultam o trabalho das equipes e favorecem a propagação do fogo. Dessa forma, o cenário continua sendo monitorado pelas autoridades, que mantêm o alerta para novas ocorrências.
Onda de calor agrava situação na Europa
Os incêndios florestais não afetam apenas a Grécia. Nas últimas semanas, diversos países do sul da Europa registraram grandes queimadas impulsionadas pelas altas temperaturas e pela baixa umidade.
Na semana passada, mais de 200 mil pessoas foram evacuadas ou receberam ordens de confinamento devido aos incêndios que atingiram a Espanha e a França. Além disso, Madri declarou estado de emergência nacional diante da gravidade da situação.
Segundo dados divulgados em julho pela rede EuroMOMO, apoiada pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 10 mil pessoas morreram na Europa em consequência das ondas de calor extremo registradas nos últimos meses.
De acordo com meteorologistas, o aquecimento acima da média das águas do Mar Mediterrâneo e do Atlântico Norte contribui para intensificar as temperaturas. Como resultado, a atmosfera retém mais calor, favorecendo períodos prolongados de seca e aumentando o risco de incêndios florestais em diferentes regiões do continente.




















































