A Meta derrubou perfis de Renan Santos no Instagram e no Facebook após uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que restringiu a campanha digital do candidato à Presidência pelo Missão.
A empresa informou ao TSE que tornou as contas indisponíveis e também retirou os perfis dos sistemas de recomendação do Facebook e do Instagram. Além disso, a Meta preservou os dados relacionados às contas desde 7 de agosto.
Toffoli restringe campanha digital de Renan Santos
A decisão de Toffoli determinou a suspensão da propaganda eleitoral nos perfis que a campanha não informou à Justiça Eleitoral dentro do prazo.
Segundo o ministro, Renan informou inicialmente apenas um perfil no X e um site. Depois, a campanha apresentou outras contas ao TSE, 12 dias após o registro da candidatura.
Por isso, Toffoli apontou uma possível vantagem eleitoral, já que os perfis não informados continuavam sujeitos aos sistemas de recomendação das plataformas.
Além disso, o ministro suspendeu os repasses do Fundo Eleitoral para a chapa e proibiu a participação de Renan Santos e Aroldo Medina em debates, entrevistas e sabatinas enquanto a decisão estiver em vigor.
Meta cumpre determinação do TSE
Após receber a ordem judicial, a Meta retirou as contas indicadas por Toffoli do ar. A empresa também excluiu os perfis dos sistemas de recomendação do Instagram e do Facebook.
Da mesma forma, o TikTok informou que suspendeu o perfil de Renan Santos. O canal do candidato no YouTube também ficou indisponível no Brasil.
No entanto, o perfil de Renan no X e o site oficial continuavam disponíveis, segundo as informações divulgadas nesta terça-feira (1º).
Renan Santos promete recorrer
Renan Santos contestou a decisão e afirmou que pretende recorrer ao TSE. A defesa atribuiu o problema a uma falha no sistema da Justiça Eleitoral.
Além disso, o candidato criticou a decisão de Toffoli e afirmou que a medida prejudica sua campanha.
Enquanto isso, o TSE mantém as restrições determinadas pelo ministro, incluindo a suspensão da propaganda nos perfis questionados e o bloqueio dos recursos eleitorais da chapa.























































