A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu, neste sábado (31), um homem de 39 anos suspeito de feminicídio em Goianinha, na região Agreste potiguar. Os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva relacionado a um crime ocorrido no dia 26 de outubro de 2026. Após a prisão, o suspeito ficou à disposição da Justiça.
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De acordo com as investigações, o crime aconteceu após uma discussão entre o homem e a companheira, motivada por ciúmes. Na ocasião, o investigado teria agredido a mulher com uma ferramenta de trabalho conhecida como chibanca. Os golpes atingiram a região da cabeça.
Segundo a Polícia Civil, o casal participava de uma comemoração familiar na residência de parentes antes do episódio. Durante o encontro, os dois começaram uma discussão. Além disso, diante da recusa da mulher em acompanhá-lo, o homem teria feito ameaças de morte contra ela.
Suspeito de feminicídio teve prisão preventiva decretada
A investigação reuniu informações sobre as circunstâncias do crime e subsidiou o pedido de prisão preventiva. Com a autorização judicial, a Polícia Civil cumpriu o mandado neste sábado.
A prisão preventiva permite que a Justiça mantenha o investigado sob custódia durante o andamento do processo, conforme os requisitos previstos na legislação. Entretanto, a medida não representa uma condenação definitiva.
Agora, o suspeito permanece à disposição do Poder Judiciário para os procedimentos legais. Enquanto isso, a Polícia Civil dá continuidade às providências relacionadas ao caso.
Polícia Civil orienta população a denunciar violência contra a mulher
Além da atuação investigativa, a Polícia Civil reforça a importância da participação da população no enfrentamento à violência contra a mulher. Informações que possam contribuir com investigações podem ajudar as autoridades a identificar situações de risco e esclarecer crimes.
Por isso, a instituição orienta que denúncias sejam feitas pelo Disque Denúncia 181. O serviço recebe informações de forma anônima, preservando a identidade de quem colabora.
A denúncia pode contribuir para que as forças de segurança atuem com mais rapidez diante de situações de violência. Além disso, familiares, vizinhos e pessoas próximas devem procurar os canais oficiais sempre que tiverem conhecimento de ameaças ou agressões contra mulheres.


























































