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Educação

RN lidera Nordeste com maior média de anos de estudo em 2024

Senado aprova novo Plano Nacional de Educação com metas para os próximos 10 anos; texto segue para sanção presidencial.
Foto: Freepik

O Rio Grande do Norte alcançou, em 2024, a maior média de anos de estudo entre todos os estados do Nordeste, segundo a PNAD Contínua – Educação, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com média de 9,6 anos de escolaridade, o estado se consolidou na 1ª posição regional e ficou em 16º lugar no ranking nacional.

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O resultado reflete uma trajetória de avanços consistentes nas políticas públicas de educação implementadas nos últimos anos. A média de anos de estudo no RN subiu de 8,6 em 2016 para 9,6 em 2024. Entre as mulheres, o número é ainda maior: 10 anos, enquanto os homens somaram 9,2 anos, de acordo com a pesquisa.

Taxa de analfabetismo também caiu no RN

Outro dado de destaque é a redução da taxa de analfabetismo no estado, que caiu de 13,8% em 2016 para 10,4% em 2024. A queda foi ainda mais expressiva entre as mulheres (de 11,3% para 7,7%), enquanto a taxa entre os homens ficou em 13,5%.

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Na Região Metropolitana de Natal, o índice foi ainda menor: 4,7%, com destaque para a capital, que atingiu 11,7 anos de escolaridade média tanto entre homens quanto mulheres — o maior patamar do estado.

Escolarização avança, mas desigualdades persistem

A taxa de escolarização entre jovens de 15 a 17 anos no RN passou de 87,6% em 2016 para 94,9% em 2024. Já no grupo de 18 a 24 anos, houve aumento de 31% para 33,3%. Apesar dos avanços, o acesso ao ensino superior ainda é um desafio, com taxa de frequência de 21,9%, abaixo da média nacional (27,1%).

Em relação à cor ou raça, os dados mostram desigualdades persistentes. Pessoas brancas têm, em média, 10,1 anos de estudo no estado, enquanto pretos ou pardos registram 9,2 anos. No ensino superior completo, a diferença também é marcante: 18,2% dos brancos têm diploma, contra 12,3% entre pretos ou pardos.

A pesquisa também aponta que 37,4% dos estudantes potiguares com 15 anos ou mais estão ocupados, ou seja, estudam e trabalham. O índice é maior entre os homens (43,1%) do que entre as mulheres (31,4%).

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Destaque nacional

O desempenho do Rio Grande do Norte supera estados mais populosos da região, como Pernambuco (9,4) e Bahia (9,2).

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