O paraciclismo brasileiro garantiu duas medalhas no Campeonato Mundial da modalidade, realizado em Ronse, na Bélgica. Na sexta-feira (29), a paranaense Victória Barbosa conquistou a prata no contrarrelógio da classe C1, destinada a atletas com deficiência nos braços ou mãos. Na quinta (28), a paulista Gilmara do Rosário levou o bronze na mesma prova, mas na classe H2, voltada para ciclistas com comprometimento dos membros inferiores que utilizam handbikes.
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Além das medalhas, o desempenho brasileiro teve outros destaques. Lauro Chaman terminou em quinto no contrarrelógio da classe C5, destinada a atletas com deficiência nos membros superiores de menor comprometimento físico-motor. Chaman foi bronze na prova paralímpica do Rio de Janeiro, em 2016.
Provas e resultados detalhados
No contrarrelógio, os atletas largam individualmente e vence quem completar o percurso em menor tempo. Victória percorreu 23,2 km em 24min42s97, ficando atrás apenas da australiana Tahlia Clayton-Goodie (19min34s82). A malaia Nuraini Shukri completou o pódio.
Na quinta-feira, Gilmara concluiu os 11,6 km da classe H2 em 34min53s96, atrás da italiana Roberta Amadeo (27min48s63) e da tailandesa Patcharapha Seesen (29min42s58). Na classe H3, a paulista Jéssica Massali ficou em quarto lugar, seguida por Jady Malavazzi e Mariana Garcia. Pela H4, Ulisses Freitas terminou oitavo e Rayr Barreto décimo.
O Mundial prossegue neste sábado (30), com provas de estrada a partir das 4h (horário de Brasília), transmitidas ao vivo pelo canal da União Ciclística Internacional (UCI) no YouTube. Assim, o paraciclismo brasileiro segue mostrando força e talento no cenário internacional.






















































