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MPRN firma acordos para garantir continuidade de serviços de média e alta complexidade pela rede suplementar do SUS

Idosa de 69 anos morre após esperar por leito de UTI em Mossoró. Secretaria de Saúde admite falha de comunicação na regulação hospitalar.
Foto: Canva

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio das Promotorias Especializadas na Defesa da Saúde Pública de Natal, formalizou dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) para assegurar a continuidade dos serviços de média e alta complexidade prestados pelo SUS em hospitais privados e cooperativas médicas. Os acordos buscam reduzir conflitos judiciais e garantir acesso universal e igualitário à assistência hospitalar.

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As medidas foram firmadas no âmbito do Termo de Cooperação Técnica e Financeira (TCTF), que integra recursos do Estado e de municípios da Região Metropolitana de Natal para custear serviços hospitalares privados contratualizados pelo SUS.

O primeiro TAC foi firmado entre o MPRN, a Sesap/RN, a Sefaz/RN, a SMS/Natal, hospitais privados e cooperativas médicas. Ele define prazos e condições para a quitação parcelada de débitos do Estado com essas instituições, garantindo a continuidade da assistência especializada, incluindo procedimentos cirúrgicos e intervencionistas.

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A Sesap reconheceu débitos referentes a algumas competências de 2025 e estabeleceu um cronograma de repasses à SMS/Natal, complementado por parcelamento mensal até 2026.

O segundo TAC envolve o Município de Natal, por meio da SMS, SMF e PGM, e a Coopmed RN. O objetivo é quitar débitos referentes a serviços médicos prestados na rede municipal em 2025, utilizando recursos municipais e federais.

Além da quitação parcelada, o Município se compromete a concluir, até dezembro de 2025, os aditivos contratuais com hospitais prestadores de média e alta complexidade, como a Liga Contra o Câncer, Hospital do Coração, Hospital Infantil Varela Santiago e Incor. Os aditivos irão formalizar a contratualização dos serviços médicos ofertados por esses hospitais, seguindo a Tabela SUS acrescida de percentual adicional.

Com os TACs, o MPRN busca garantir que pacientes continuem tendo acesso a serviços essenciais de saúde, evitando interrupções e conflitos judiciais que possam comprometer o atendimento público.

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