Uma agressão a professor durante um evento de interclasse levou o Ícone Colégio e Curso a decidir pela não permanência dos alunos diretamente envolvidos no episódio. O caso ocorreu na terça-feira (15), na unidade Taquara 2, na zona sudoeste do Rio de Janeiro.
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A direção comunicou a decisão às famílias nesta sexta-feira (18), após concluir uma apuração interna sobre a confusão. Segundo a escola, o Conselho Geral analisou imagens, relatos e depoimentos dos envolvidos antes de definir o desligamento dos estudantes.
Imagens registradas durante o episódio mostram um grupo de alunos cercando o professor de educação física na quadra. Em determinado momento, um estudante sobe nas costas do profissional e tenta aplicar um golpe conhecido como “mata-leão”.
Funcionários da instituição aparecem nas imagens tentando conter a situação. Além disso, a escola informou que ofereceu suporte ao professor após o episódio e suspendeu as atividades do interclasse.
Agressão a professor é investigada pela Polícia Civil
De acordo com relatos sobre o caso, a confusão teria começado depois que o professor, que atuava como árbitro de uma partida de futsal, marcou uma falta durante o jogo. A decisão teria provocado a reação de um grupo de estudantes.
No entanto, a escola informou que tomou a decisão sobre a permanência dos alunos após analisar diferentes elementos da ocorrência. A instituição também declarou que está colaborando com o Conselho Tutelar e com outros órgãos que acompanham o caso.
A agressão a professor também é investigada pela 32ª Delegacia de Polícia (Taquara). Conforme as informações divulgadas, os adolescentes envolvidos devem ser intimados para prestar depoimento.
A investigação deverá apurar as circunstâncias da confusão e a participação de cada estudante no episódio. Por se tratar de adolescentes, as medidas adotadas pelas autoridades seguem as regras específicas previstas na legislação brasileira para menores de idade.
Interclasse foi suspenso
Além do desligamento dos estudantes diretamente envolvidos, o colégio suspendeu as atividades do interclasse após o episódio. A medida ocorreu enquanto a instituição analisava as circunstâncias da confusão.
A escola também afirmou que mantém contato com os órgãos responsáveis pelo acompanhamento do caso. Dessa forma, a apuração interna e a investigação policial seguem de maneira independente.
O episódio ocorreu durante uma atividade esportiva que reunia estudantes da instituição. Por isso, a direção também precisou avaliar as condições para continuidade das atividades e o acompanhamento dos alunos.
Enquanto a Polícia Civil reúne informações sobre o caso, os adolescentes envolvidos deverão prestar esclarecimentos quando forem chamados. As autoridades ainda devem analisar imagens e outros elementos que possam ajudar a esclarecer a dinâmica da ocorrência.























































