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Coronel Azevedo pede revogação de medalha concedida a Natália Bonavides após protesto pelo fim da PM

Deputado Coronel Azevedo solicita à governadora Fátima Bezerra a revogação da medalha concedida à deputada Natália Bonavides após protesto contra a Polícia Militar.
Foto: Allan Taffarel

Um protesto realizado na última semana em frente ao Midway Mall, em Natal, pedindo o fim da Polícia Militar, repercutiu no meio político potiguar. O ato contou com a presença de figuras públicas como a deputada federal Natália Bonavides (PT).

Durante entrevista ao programa Radar 95, da 95 Mais FM, o deputado estadual Coronel Azevedo (PL) criticou duramente a postura de Natália Bonavides e anunciou ter protocolado um requerimento na Assembleia Legislativa solicitando à governadora Fátima Bezerra a revogação da Medalha de Mérito Policial Luiz Gonzaga, concedida à parlamentar em 2023.

Assista à entrevista completa no Radar 95

A honraria é a mais alta concedida pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte a pessoas que prestam “relevantes serviços” à corporação e contribuem para o seu fortalecimento institucional.

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“Nesse final de semana, nós fomos surpreendidos com o movimento em frente a um shopping center, de pessoas ligadas ao PT, à esquerda, que estavam pedindo o fim da Polícia Militar. E, para nossa surpresa, a deputada federal Natália Bonavides estava entre os presentes. Justamente ela que foi homenageada com a maior honraria da Polícia Militar, a medalha Soldado Luiz Gonzaga”, afirmou o deputado Coronel Azevedo.

O parlamentar ressaltou que, embora já considerasse a concessão da medalha “inadequada”, respeitou o ato da governadora, mas agora entende que há base legal para a cassação da homenagem.

“Conforme o regulamento da medalha, criado em 1977, se o homenageado desonrar a medalha, o ato de concessão pode ser cancelado. Fizemos o requerimento e encaminhamos à governadora, que é quem assina o diploma da medalha, para que faça a revogação, obedecendo à previsão legal”, explicou.

De acordo com o deputado, o decreto que instituiu a medalha determina que apenas o governador pode revogar a concessão, após ouvir o comando da Polícia Militar.

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“Queremos que a governadora cumpra o que está previsto na legislação. É incondizente alguém que pregue o fim da Polícia Militar carregar no peito a medalha de um soldado que morreu enfrentando o comunismo”, completou Azevedo.

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