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Um ano após acidente em Parnamirim, menino ainda luta para andar e família pede ajuda

Um ano após acidente em Parnamirim, menino de 4 anos ainda luta para andar e família pede ajuda para custear tratamentos. PIX: 84 99633-8618.
Foto: Reprodução/YouTube TV Ponta Negra

A noite de 11 de dezembro de 2024 marcou para sempre a vida de uma família de Parnamirim. Enquanto aproveitavam um lanche no bairro Boa Esperança, um veículo invadiu a lanchonete em alta velocidade, deixando várias pessoas feridas. Entre as vítimas estava o pequeno Guilherme Gomes, então com 3 anos, que sofreu fratura exposta no fêmur.

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Guilherme volta para casa após 56 dias no Hospital Walfredo Gurgel

Um ano depois, já com 4 anos e 6 meses, Guilherme ainda enfrenta dificuldades para caminhar sozinho. A maior parte do tempo ele se desloca com apoio dentro de casa. As cicatrizes do acidente ainda são visíveis e fazem parte da rotina da família.

O menino passou por 56 dias de internação no Hospital Walfredo Gurgel, onde passou por várias cirurgias. Em determinado momento, segundo a mãe, os médicos chegaram a cogitar a possibilidade de amputação da perna.

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“Mudou completamente toda a nossa vida”, diz mãe

A mãe de Guilherme, Mara Darlene, relembrou o momento mais difícil. “Os médicos disseram que seria a última tentativa de salvar a perna. Eu pedi: ‘doutor, salva a perna do meu filho’. Ele já sabia andar de bicicleta sem rodinhas”, contou emocionada ao repórter da TV Ponta Negra, Ranilson Oliveira.

Ela também destacou como a rotina da família mudou após o acidente. Mara precisou deixar o emprego para cuidar do filho, e o orçamento doméstico ficou ainda mais comprometido, já que o pai, trabalhador autônomo, passou a sustentar sozinho todas as despesas.

Além disso, a família relata que não recebeu nenhuma ajuda financeira do motorista que provocou o acidente. O condutor ficou preso por 57 dias e já está em liberdade — praticamente o mesmo período em que Guilherme permanecia internado.

Família enfrenta gastos e pede ajuda para continuar tratamento

Atualmente, os gastos com o tratamento de Guilherme — incluindo fisioterapia, consultas e deslocamentos — giram em torno de R$ 2 mil por mês. Com poucos recursos, a família luta para manter os cuidados necessários para que o menino volte a andar normalmente.

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Apesar das dificuldades, a mãe se emociona ao ver o filho brincando dentro de casa, mesmo com limitações. “Hoje ele está bem, está brincando, e isso traz um alívio enorme. Mas ainda precisa de muito tempo de tratamento”, desabafa.

Quem puder ajudar, a família disponibiliza a chave PIX: 84 99633-8618 (Mara Darlene).

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