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RN registra menor taxa de desemprego da série histórica para o primeiro trimestre

Foto: Reprodução / Google Imagens

O Rio Grande do Norte registrou taxa de desocupação de 7,6% no primeiro trimestre de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, este foi o menor índice já registrado para o período de janeiro a março desde o início da série histórica, em 2012.

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Na capital potiguar, Natal, a taxa de desocupação ficou em 5,9%.

Em comparação com o primeiro trimestre de 2025, quando o estado registrou taxa de 9,9%, houve queda de 2,3 pontos percentuais. Já em relação ao último trimestre de 2025, quando a taxa foi de 6,7%, o cenário é considerado de estabilidade.

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O IBGE estima que cerca de 113 mil pessoas estavam desocupadas no Rio Grande do Norte nos três primeiros meses de 2026, número 25,4% menor do que no mesmo período do ano passado.

Estado tinha 1,37 milhão de pessoas ocupadas

Segundo a pesquisa, o Rio Grande do Norte possuía 1,374 milhão de pessoas ocupadas no primeiro trimestre do ano, uma redução de 2,7% em relação ao trimestre anterior.

O nível de ocupação foi estimado em 48,1%, com recuo de 1,4 ponto percentual em comparação aos últimos meses de 2025.

Os dados mostram ainda que o estado contava com:

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  • 444 mil trabalhadores com carteira assinada;
  • 208 mil trabalhadores sem carteira assinada.

O rendimento médio mensal real habitual ficou em R$ 2.953, valor considerado estável em relação ao trimestre anterior, quando a média foi de R$ 2.881.

RN tem menor informalidade do Nordeste

A taxa de informalidade no Rio Grande do Norte ficou em 41,5% no primeiro trimestre de 2026, abaixo dos 42,1% registrados no trimestre anterior.

Apesar de permanecer acima da média nacional, de 37,3%, o índice potiguar foi o menor entre os estados do Nordeste e também inferior à média regional, de 48,9%.

Segundo o IBGE, a redução foi influenciada principalmente pela queda de 10,4% no número de trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ — a maior redução do país nesse segmento.

O levantamento estima que cerca de 570 mil pessoas estavam em situação de trabalho informal no estado no período analisado.

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Número de desalentados cai quase 18%

A Pnad Contínua apontou ainda redução no número de pessoas desalentadas no Rio Grande do Norte.

O estado registrou cerca de 60 mil desalentados no primeiro trimestre de 2026, uma queda de 17,9% em relação ao trimestre anterior e de 24,9% na comparação com o mesmo período de 2025.

Os desalentados são pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego por diferentes razões, como falta de oportunidades, experiência ou perspectiva de contratação.

No trimestre encerrado em março, o percentual de desalentados no estado ficou em 3,9%.

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