A ativista Juliana Garcia anunciou nesta sexta-feira (17) sua pré-candidatura a deputada estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições de 2026. Ela ganhou projeção nacional após sobreviver a um ataque dentro de um elevador em Natal, em julho de 2025, quando sofreu dezenas de agressões do então namorado.
O anúncio ocorreu por meio das redes sociais da ativista. Além disso, o perfil de Juliana já informa a condição de pré-candidata. Na apresentação da página, ela destaca a frase: “Da dor, nasce a missão: levantar e apoiar outras mulheres.”
Juliana Garcia atua no combate à violência contra a mulher
Após passar por cirurgias de reconstrução facial, Juliana Garcia passou a atuar na defesa dos direitos das mulheres e no enfrentamento à violência de gênero. Desde então, ela utiliza as redes sociais para compartilhar experiências e conscientizar o público sobre o tema.
Além disso, Juliana se filiou ao PT em maio deste ano. Depois da filiação, ela relatou episódios de ataques e ofensas nas redes sociais motivados por sua decisão de ingressar na política.
Caso teve repercussão nacional
O caso ocorreu em 26 de julho de 2025, quando câmeras de segurança registraram as agressões dentro do elevador de um condomínio em Ponta Negra, na Zona Sul de Natal. As imagens tiveram ampla repercussão em todo o país.
Em consequência das agressões, Juliana sofreu múltiplas fraturas no rosto e precisou passar por diversas cirurgias. O acusado permanece preso e responderá por tentativa de feminicídio perante o Tribunal do Júri, após decisão da Justiça do Rio Grande do Norte.
Pré-candidatura marca novo momento
Com a pré-candidatura, Juliana Garcia amplia sua atuação na defesa das mulheres e passa a disputar um cargo eletivo pela primeira vez. Segundo a ativista, o objetivo é fortalecer políticas públicas voltadas ao combate à violência contra a mulher e à proteção das vítimas.




















































