A Justiça do Ceará decretou a prisão preventiva de dois homens investigados pelo estupro e pela morte de uma bebê de 10 meses em Fortaleza. A decisão, tomada na terça-feira (15), mantém os suspeitos presos enquanto a Polícia Civil dá continuidade às investigações.
A Polícia Civil identificou os investigados como Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26 anos. A polícia prendeu os dois em flagrante após o crime registrado na madrugada de segunda-feira (13), no bairro Dionísio Torres, na capital cearense.
Suspeitos permanecem presos durante a investigação
De acordo com a investigação, Francisco Ray mantinha um relacionamento com a mãe da criança e estava no apartamento no momento do crime. Além disso, Roberto Levy, primo de Francisco, também permaneceu no imóvel. Conforme as apurações, os policiais encontraram Roberto sobre o corpo da bebê.
A decisão da Justiça impede que os investigados respondam ao processo em liberdade. Assim, eles permanecerão presos enquanto a Polícia Civil conclui o inquérito e reúne novas provas.
Bebê chegou a ser levada para hospital
Inicialmente, a mãe acreditou que a filha havia se engasgado e buscou atendimento médico. No entanto, ao chegar ao hospital, a equipe médica identificou sinais de violência sexual. Apesar dos esforços dos profissionais de saúde, a bebê não resistiu aos ferimentos.
Em seguida, equipes da Polícia Militar, da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) e da Polícia Civil iniciaram as diligências. Os agentes conduziram os dois suspeitos à Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca), onde a autoridade policial lavrou o auto de prisão em flagrante por estupro de vulnerável com resultado morte.
Investigação continua
A Polícia Civil informou que aguarda a conclusão dos laudos periciais para esclarecer todas as circunstâncias do crime. Além disso, os investigadores ouviram outras pessoas que estavam no apartamento no momento da ocorrência.
Enquanto isso, a equipe responsável pelo caso continua reunindo provas para esclarecer a participação de cada investigado e concluir o inquérito.




















































