O sistema penitenciário do Rio Grande do Norte recebeu novos equipamentos de raio-X para reforçar a fiscalização e o controle de acesso às unidades prisionais. A Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, doou os aparelhos, em um investimento total de R$ 1.041.000.
Três unidades receberam os equipamentos: a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, a Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga e a Cadeia Pública de Ceará-Mirim. Cada estabelecimento passou a contar com duas esteiras de inspeção, uma destinada a volumes maiores e outra voltada a alimentos, embalagens e objetos transportados por visitantes.
Equipamentos ajudam a identificar objetos proibidos
A tecnologia permite examinar o conteúdo de bolsas, sacolas, embalagens e outros volumes por meio de imagens, facilitando a identificação de materiais que possam representar riscos à segurança das unidades.
Entre os itens que podem ser detectados durante as inspeções estão celulares, armas, drogas e outros objetos proibidos no ambiente prisional.
Com os novos aparelhos, os policiais penais passam a contar com mais recursos para realizar as inspeções nas portarias. A expectativa é tornar os procedimentos mais ágeis, sem comprometer o rigor na fiscalização da entrada de pessoas e materiais.
Três unidades prisionais foram contempladas
A distribuição dos equipamentos alcançou três estabelecimentos do estado:
- Penitenciária Estadual de Alcaçuz;
- Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga;
- Cadeia Pública de Ceará-Mirim.
Cada unidade recebeu dois aparelhos, com capacidades diferentes para atender às necessidades de inspeção de volumes de diversos tamanhos.
Investimento integra modernização do sistema penitenciário
A entrega faz parte das ações de modernização e aparelhamento da Polícia Penal, por meio da cooperação entre os governos do Rio Grande do Norte e Federal.
Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte (Seap/RN), a incorporação de recursos tecnológicos contribui para aprimorar os procedimentos de segurança e fiscalização nas unidades prisionais.
A iniciativa busca dificultar a entrada de materiais ilícitos e ampliar a proteção de policiais penais, visitantes e pessoas privadas de liberdade.
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