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Justiça

MPF recorre de absolvição em júri sobre morte de francês

Justiça do RN rejeita ação que pedia suspensão de eventos na Praia de Miami, em Natal, por falta de provas de dano ambiental.
Foto: Ilustrativa

O Ministério Público Federal (MPF) divulgou nota de esclarecimento nesta sexta-feira (19) sobre o Júri Popular que julgou a morte de um cidadão francês, ocorrido entre os dias 10 e 12 de dezembro, na Justiça Federal do Rio Grande do Norte. No comunicado, o órgão informa que já recorreu da decisão que absolveu o réu e reafirma que continuará buscando a condenação pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e furto qualificado.

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A nota é assinada pelos procuradores da República Alexandre Schneider e Fernando Rocha, responsáveis pelo caso.

MPF nega acusações e defende atuação

No texto, o MPF afirma que sua atuação foi baseada nas provas reunidas pela Polícia de Portugal e que não teria iniciado a persecução penal sem elementos suficientes de autoria e materialidade.

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O órgão também rejeita alegações de que a investigação teria sido conduzida com base em critérios racistas ou xenofóbicos, classificando esse tipo de acusação como infundada e incompatível com o trabalho institucional.

Provas e informações divulgadas

Os procuradores afirmam que informações divulgadas publicamente não correspondem às provas constantes nos autos, incluindo a alegação de que dados de GPS do celular do acusado indicariam que ele não estava na residência da vítima no momento estimado da morte.

Segundo o MPF, não há comprovação de que a Polícia Portuguesa tenha ignorado elementos de prova durante a investigação.

Decisão do júri e recurso

O julgamento foi realizado ao longo de três dias e terminou com a absolvição do acusado pelo Conselho de Sentença, composto por sete jurados. No sistema do Tribunal do Júri, a decisão é tomada com base na íntima convicção dos jurados, sem necessidade de fundamentação.

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Apesar disso, o MPF informou que recorreu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) por entender que a decisão foi manifestamente contrária às provas dos autos. O órgão pede a anulação do julgamento e a realização de um novo Júri Popular.

Sobre o caso

De acordo com o MPF, o réu teria matado o companheiro por asfixia e ocultado o corpo dentro da residência onde os dois moravam. O cadáver foi encontrado na despensa do imóvel após o proprietário acionar o Corpo de Bombeiros, diante da falta de contato com a vítima para tratar do pagamento do aluguel. Segundo a acusação, ele teria vendido bens de alto valor pertencentes à vítima, incluindo um relógio Rolex, negociado por cerca de R$ 18 mil, além de itens do estoque da loja do companheiro, como malas, cintos e sapatos, avaliados em mais de R$ 9 mil.

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