A Polícia Civil do Rio Grande do Norte revelou, durante coletiva nesta quarta-feira (22), novos detalhes sobre o caso da menina Pétala Yona, de 7 anos. Segundo os investigadores, o suspeito José Alves Teixeira, de 24 anos, planejou o crime antes de executá-lo.
Além disso, os policiais encontraram um caderno na casa do investigado com anotações que descrevem como ele pretendia matar a criança. Dessa forma, a linha de investigação passou a indicar claramente a premeditação.
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Polícia contesta versão apresentada pelo suspeito
Inicialmente, o suspeito alegou que cometeu o crime após uma situação envolvendo a mãe da vítima. No entanto, a polícia não sustenta essa versão.
Pelo contrário, os delegados avaliam que ele tenta mudar o enquadramento do crime. Isso porque, se a Justiça confirmar o vicaricídio, quando o agressor atinge alguém próximo para causar sofrimento a outra pessoa, a pena pode aumentar.
Além disso, os investigadores não identificaram, até o momento, qualquer indício de participação da mãe. Portanto, a polícia entende que o suspeito pode ter incluído essa versão como estratégia para se beneficiar ou até prejudicar a mulher.
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Suspeito muda versões ao longo do depoimento
Ao mesmo tempo, os delegados destacaram que José Alves Teixeira apresentou versões diferentes durante o depoimento.
Em um momento, ele afirmou que deixou a criança viva e retornou depois. Porém, as evidências apontam o contrário: ele enterrou o corpo logo após o crime.
Diante disso, a polícia acredita que o suspeito tentou confundir a investigação. Além disso, os investigadores trabalham com a hipótese de que ele pretendia remover o corpo posteriormente.
Ação rápida impediu fuga e ocultação
Por outro lado, a rapidez na denúncia e na resposta policial mudou o rumo do caso.
Assim que a mãe registrou o desaparecimento, as equipes iniciaram buscas imediatas. Como resultado, os agentes chegaram rapidamente ao suspeito, impediram uma possível fuga e evitaram a remoção do corpo.
Com isso, a polícia localizou a vítima no quintal da residência do investigado, na Zona Oeste de Natal.
Investigação segue em andamento
Por fim, a Polícia Civil reforçou que continua apurando todos os detalhes do caso. Embora a linha principal já esteja definida, os investigadores não descartam nenhuma hipótese neste momento.
A coletiva aconteceu na Cidade da Polícia, no bairro Cidade da Esperança, onde os delegados apresentaram os avanços da investigação. Enquanto isso, o caso segue em andamento até o completo esclarecimento dos fatos.
Confira mais detalhes nesta quarta-feira (22), às 18h30, no programa Tá na Hora RN, da TV Ponta Negra:























































