O Supremo Tribunal Federal informou que o ministro Luiz Fux foi diagnosticado com pneumonia dupla, mantendo quadro clínico estável e realiza tratamento em casa, com acompanhamento médico. Assim, por se tratar de uma doença transmissível, Fux comunicou à Presidência da Corte que não participará presencialmente das sessões previstas para a próxima semana.
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Conforme esclareceu o tribunal, o ministro avisou o presidente do STF, Edson Fachin, sobre a impossibilidade de comparecer à sessão de reabertura do Ano Judiciário, marcada para a próxima segunda-feira (2). Além disso, ele também ficará afastado fisicamente das demais sessões da semana. No entanto, para manter o andamento dos trabalhos, Fux seguirá participando das atividades de forma remota.
Pneumonia e impacto na rotina do STF
Segundo o STF, a decisão de atuar a distância visa preservar a saúde dos demais ministros, servidores e colaboradores. Embora afastado do plenário, Fux acompanhará os julgamentos por meio das plataformas digitais adotadas pelo tribunal. Dessa forma, a Corte mantém a normalidade das sessões, sem prejuízo à pauta prevista.
Além disso, o Supremo reforçou que o modelo remoto já integra a rotina do tribunal desde a pandemia, o que permite a participação ativa dos ministros mesmo em situações excepcionais. Por outro lado, a presença virtual não altera o quórum nem o rito das votações, garantindo segurança jurídica aos julgamentos.
De acordo com informações oficiais, o tratamento domiciliar ocorre porque o quadro clínico é considerado estável. Certamente, a recomendação médica prioriza o isolamento temporário para evitar a transmissão do vírus Influenza. Como resultado, a atuação remota se mostra uma alternativa eficaz e responsável neste momento.






















































