O Brasil criou 85.888 vagas formais de emprego em abril de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Emprego por meio do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
O saldo positivo resulta da diferença entre 2.268.655 admissões e 2.182.767 desligamentos registrados durante o mês.
Apesar da geração de empregos, o resultado ficou abaixo das expectativas do mercado financeiro. Economistas consultados pela Reuters projetavam criação líquida de aproximadamente 230 mil vagas formais no período.
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Setor de serviços liderou geração de vagas
Segundo o Ministério do Trabalho, o setor de serviços puxou a abertura de empregos em abril. Além disso, áreas como construção civil e comércio também contribuíram para o saldo positivo do mercado formal.
Enquanto isso, alguns segmentos da indústria apresentaram desaceleração na geração de vagas em comparação aos meses anteriores.
Os dados do Caged consideram contratações com carteira assinada em todo o país e funcionam como um dos principais indicadores do desempenho do mercado de trabalho brasileiro.
Resultado mantém saldo positivo em 2026
Mesmo com desaceleração em abril, o Brasil segue com saldo positivo na geração de empregos formais ao longo de 2026.
Além disso, o governo federal acompanha os números do mercado de trabalho como parte das análises sobre atividade econômica, consumo e renda da população.
Especialistas avaliam que fatores como juros elevados, inflação e ritmo da economia podem influenciar diretamente o desempenho das contratações nos próximos meses.
Por outro lado, setores ligados ao consumo e aos serviços continuam sustentando parte da criação de vagas formais no país.
Caged monitora empregos com carteira assinada
O Novo Caged reúne mensalmente informações enviadas por empresas sobre admissões, desligamentos e movimentações de trabalhadores com carteira assinada.
Além disso, o sistema substituiu o antigo modelo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados e passou a utilizar dados integrados do eSocial.
O Ministério do Trabalho divulga os resultados mensalmente para acompanhar o comportamento do emprego formal no Brasil.






















































