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Bolsa Família: veja novo valor e calendário de outubro

Cartão do Bolsa Família
Pagamentos do Bolsa Família de novembro começam no dia 14, conforme o número final do NIS, segundo a Caixa Econômica Federal.renda do país | Lyon Santos/MDS

O Bolsa Família terá reajuste de 15,04% a partir de outubro de 2026. Com a atualização, o valor mínimo garantido por família passa de R$ 600 para R$ 691. Além disso, o benefício médio estimado sobe de R$ 675 para R$ 777. O governo oficializou a correção por meio do Decreto nº 13.120, publicado em edição extra do Diário Oficial da União em 17 de setembro.

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A correção considera a variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, esta é a primeira atualização dos valores pela inflação desde a retomada do atual modelo do programa, em 2023.

Os novos valores terão efeito financeiro a partir de 1º de outubro e serão pagos na folha correspondente ao mês. Portanto, o primeiro pagamento com a atualização ocorrerá em 19 de outubro, conforme o calendário oficial.

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Bolsa Família: veja o calendário de outubro

O calendário do Bolsa Família segue o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) do responsável familiar. Dessa forma, os pagamentos são distribuídos ao longo de dez dias do mês.

Confira as datas:

Final do NISData de pagamento
119 de outubro
220 de outubro
321 de outubro
422 de outubro
523 de outubro
626 de outubro
727 de outubro
828 de outubro
929 de outubro
030 de outubro

Assim, os pagamentos começam em 19 de outubro para quem tem NIS terminado em 1 e terminam em 30 de outubro para quem possui NIS final 0. O beneficiário pode consultar a data pelo último número do NIS registrado no cartão.

Quais são os novos valores?

O reajuste também altera os valores dos benefícios que formam o programa. O Benefício de Renda de Cidadania passa de R$ 142 para R$ 164 por integrante da família.

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Já o Benefício Primeira Infância, destinado às famílias com crianças de zero a sete anos incompletos, sobe de R$ 150 para R$ 173 por criança. Por outro lado, o Benefício Variável Familiar passa de R$ 50 para R$ 58 por integrante que atenda aos critérios do programa.

Além disso, o Benefício Complementar garante que a soma das parcelas recebidas pela família alcance pelo menos R$ 691. Por isso, o valor mínimo não significa que todas as famílias receberão exatamente essa quantia. O pagamento final depende da composição familiar e dos benefícios adicionais aplicáveis a cada caso.

Quais são os novos valores?

O reajuste também altera os valores dos benefícios que formam o programa. O Benefício de Renda de Cidadania passa de R$ 142 para R$ 164 por integrante da família.

Já o Benefício Primeira Infância, destinado às famílias com crianças de zero a sete anos incompletos, sobe de R$ 150 para R$ 173 por criança. Por outro lado, o Benefício Variável Familiar passa de R$ 50 para R$ 58 por integrante que atenda aos critérios do programa.

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Além disso, o Benefício Complementar garante que a soma das parcelas recebidas pela família alcance pelo menos R$ 691. Por isso, o valor mínimo não significa que todas as famílias receberão exatamente essa quantia. O pagamento final depende da composição familiar e dos benefícios adicionais aplicáveis a cada caso.

Reajuste passa por análise no STF

Após a publicação do decreto, a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o reconhecimento da validade da atualização diante das regras eleitorais. O pedido argumentou que a medida representa uma correção monetária de um programa social já existente, e não a criação de um novo benefício.

Na sexta-feira (18), o ministro Gilmar Mendes reconheceu a validade do decreto. Segundo a decisão, o reajuste não altera os critérios de elegibilidade nem amplia o número de beneficiários, mas atualiza os valores das parcelas com base em um critério objetivo de correção monetária.

Impacto nas contas públicas

A atualização também terá impacto no orçamento federal. Durante a apresentação do reajuste, o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Bruno Moretti, informou que a correção considera a inflação acumulada medida pelo INPC.

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Segundo os cálculos apresentados pelo governo, o benefício médio deverá passar de R$ 675 para R$ 777. O Executivo também deverá ajustar a proposta orçamentária de 2027 para incorporar os efeitos financeiros da atualização.

Com a mudança, os beneficiários devem observar o final do NIS e consultar o calendário oficial antes de realizar o saque ou movimentar o dinheiro.

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